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Mala-direta no BrOffice em 03:49seg ; )

Olá a tod@s,

Em nossos treinamentos sempre ouvimos as pessoas falarem que Mala Direta e Envelope no Writer (Editor de Textos do BrOffice) é muito complicado.

Decidimos então disponibilizar este tutorial para provar que podemos fazer uma Etiqueta ou Mala Direta em menos de 05 minutos. Preparado?… então vamos lá:

Fonte de Dados – Catálogo de Endereços

Para criar um Envelope ou uma Mala Direta, é aconselhável você já ter uma Fonte de Dados . Uma Fonte de Dados é um arquivo que será usado para inserir as informações que você deseja. Este arquivo pode ser um arquivo de banco de dados, uma tabela ou uma planilha.

Abra o Calc (programa de planilha) e digite como mostrado a seguir:

Feito a digitação, devemos salvar o nosso arquivo. Clique no Menu Arquivo/ Salvar. Salve o mesmo na Área de Trabalho (Desktop). O nome do arquivo será: Fonte “seu nome”. Feche o Calc.

Leia Mais ...

Fonte: OPEN-CE



O linuxacessivel


Download

A imagem base do linuxacessivel.org foi feita sobre o Ubuntu Lucid LTS. Por ser uma versão de longo de tempo de suporte, as atualizações serão suportadas pela Canonical até 2013.

Os requisitos para “rodar” o LiveCD e de instalação são os mesmos aplicados para o Ubuntu:

  • Um CD virgem e um gravador de CDs.

  • Um computador moderno com processador Intel ou AMD.

  • Pelo menos 256MB de memória RAM.

  • Sobre requisitos de instalação, acesse aqui.

Atualmente a imagem gerada do linuxacessivel.org está compilada somente para computadores 32 bits.

Live CD

Para utilizar outros servidores para download acesse aqui.

Torrent

Por favor, após fazer o download do linuxacessivel.org, se puder, sempre deixe seu cliente de torrent aberto para “semear” o arquivo para outras pessoas. Este ato não lhe causará incômodos nem interferirá em sua navegação e você estará ajudando o projeto.

Baixe o novo Puppy Linux 5.1!

Agora apouco saiu a mais nova versão do Puppy Linux, uma distribuição realmente interessante, ela é super leve e é voltada a computadores com recursos bastante limitados. No boot o sistema todo é copiado para a memoria ram, fazendo com que os programas abram de forma extraordinariamente rápida.

Sobre o Puppy 5.1:

O nome deste novo Puppy é “Lucid”, porque ele é binariamente compatível com os pacotes feitos para o Ubuntu Lucid Lynx.

O Puppy é rápido e amigavel, possui o gerenciador de pacotes Quickpet que permite de forma fácil instalar programas.

Uma das novidades desta versão é que sua interface gráfica foi bem trabalhada, tornado-a ainda mais amigável, fácil de usar e mais bonita.

Notas da versão

Live-CD ISO (129.5MB) – md5sum: 88f7154ffcc46062394866e531310eba

“devx” (126.3MB) – md5sum: 66f20ca918b0091f9774caef9fbcff00

Se o servidor de download acima estiver lento, tente outros.


Contabilidade: GnuCash

GnuCash programa de contabilidade gratis 11 aplicações Linux que sua empresa precisa, tudo grátis


GnuCash é um pequeno software de contabilidade que também está disponível para Linux, Mac OS X e Windows. Poderoso e flexível, o GnuCash permite-lhe controlar contas bancárias, ações, renda e despesas. Tão rápido e intuitivo de usar como um cadastro de cheques, baseia-se em princípios da contabilidade com livros e relatórios exatos. Entre as principais funcionalidades do GnuCash, está a contabilidade de de dupla entrada, contabilidade para pequenas, e muito mais. Os dados podem ser importados de programas como o Microsoft Money e Quicken, e também podem ser exportados para planilhas, como o Microsoft Excel. Se você já usou programas de contabilidade, antes, não terá problemas para usar o GnuCash.
sudo apt-get install gnucash


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Como instalar Ubuntu 10.04 e Windows 7 em Dual-Boot

Tem o Windows 7 instalado em seu computador e quer ter o novo Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Lynx) sem precisar formatar seu sistema ou utilizar outro computador para isso? Então você está no lugar certo e na hora certa, bom, a única coisa que você precisar para fazer isso é baixar o Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Lynx) e ter uma partição sobrando em seu HD, mas não se preocupe se não tem nada disso que foi citado, vamos passar todos os links para downloads e tutorias para criar partições com o sistema operacional instalado, então leia com atenção para que não tenha problemas futuros.





Necessário





Como foi descrito anteriormente, você vai precisar de uma partição livre em seu HD, ela não poderá ter nenhum dado importante, já que será formatada, caso o seu sistema não tenha partições disponíveis, leia este tutorial, onde você aprende a criar partições com o sistema operacional já instalado no seu computador.





Outro ponto importante, é ter em mãos o CD de instalação do Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Lynx), para isso, acesse este link, baixe o sistema e grave a imagem em um CD.





Instalado Ubuntu com Windows já instalado





Já está com tudo o que é necessário em mãos? Então vamos iniciar:





1- Coloque o sistema de inicialização da placa-mãe do seu computador, para dar o boot pelo CD-ROM ou DVD-ROM, coloque o CD de instalação do Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Lynx) no drive e inicie a instalação do sistema.







2- Como você pode notar na imagem acima, já escolhemos o nosso idioma e estamos prestes a clicar em Instalar Ubuntu 10.04 LTS, então faça isto.





3- Em Onde você está?, escolha o seu fuso horário, normalmente, quando escolhemos o idioma, a parte de fuso já vem configurada, mas fique à vontade para escolher da maneira que achar melhor.







4- Agora você pode configurar o Layout do seu Teclado, mas voltamos a acrescentar, se o seu idioma foi escolhido corretamente, o teclado ABNT2 (que tem o ç) já vai estar configurado corretamente, então clique em Avançar.







5- Legal! Você chegou na parte mais crítica da instalação, é aqui que você pode, literalmente, matar o seu Windows 7 ou deixar que ele fique em seu HD juntamente com o Ubuntu, então tome muito cuidado.





Clique em Especificar particionamento manual (avançado) e clique em Avançar.







Pode ser que existam diferenças, já que estamos utilizando uma máquina virtual, entretanto, o processo é o mesmo. Como você pode perceber na imagem abaixo, já deixamos uma partição (Espaço Livre), dentro da nossa virtualização, caso já tenha formatado a partição, segue a dica para os mais leigos: Entre no seu Windows 7 e verifique o tamanho do espaço total, do espaço utilizado e espaço vazio de cada uma das partições, assim você não confunde na hora de escolher a partição para instalar o Ubuntu.





Já que sabemos qual partição está livre para a instalação do Ubuntu, clicamos sobre ela e escolhemos a opção Adicionar, para adicionarmos o Arquivo de troca do Ubuntu (swap).







6- Escolha o tamanho da partição em megabytes na primeira opção e coloque Área de troca (swap) em Usar como:.







Agora clique no espaço que sobrou e escolha a opção Adicionar novamente. Em Tamanho deixe como está (assumindo que queira utilizar todo o resto da partição para a instalação do sistema), em Usar como:, coloque Sistema de arquivos com 'Journaling' ext4, e em Ponto de montagem, coloque uma barra /.









7- Pronto, agora a partição está marcada para a instalação do sistema, então clique em Avançar.







8- Agora configure seu usuário e senha e clique em Avançar novamente.







9- Agora é sua última chance de se arrepender do que fez, leia todas as configurações, verifique se está tudo correto e clique em Instalar.







10- Aguarde até que o sistema termine a instalação.







11- Terminada a instalação, remova todos os discos de instalação, clique em Reiniciar Agora.







Está pronto, na próxima inicialização do sistema, você vai notar que o sistema de boot será gerenciado pelo ubuntu, e o Windows 7 será uma das opções de boot, ou seja, você tem dois sistemas instalados em seu computador, bem LEGAL, né?



Dica: Como navegar pela internet sem utilizar o Mouse

Navegar na Internet com o mouse, com certeza, é hábito de todos: clicar, arrastar, clicar novamente, selecionar, e muito mais. Mas e quando este periférico resolve parar de funcionar? Nesta dica lhe mostraremos como utilizar o seu Teclado para navegar pela Internet, e acredite: não é um bicho de sete cabeças.
Primeiro, você deve estar ciente sobre qual é o seu navegador (programa que você usa para abrir os sites). Vamos citar dois exemplos comuns, que são Internet Explorer e Mozilla Firefox.
-Internet Explorer
No Internet Explorer existe um recurso chamado Navegação por Cursor, que é muito útil nestes casos. Ele joga um cursor “piscante” na página, que permite que você selecione textos e links como se estivesse editando um texto no Word (por exemplo). Assim, você poderá alternar entre os links das páginas com apenas as flechas direcionais do próprio teclado.
Para ativar o recurso, abra o Navegador e aperte a tecla F7. Uma janela pequena irá aparecer com uma confirmação. Clique em Sim.
Você também poderá deixar este recurso ativo em todas as vezes que utilizar o navegador. Para isso, abra o Menu Ferramentas > Opções da Internet. Vá até a guia Avançadas e marque a opção “Habilitar navegação por cursor para novas janelas e guias“. Aperte Enter ou clique em Ok.
-Mozilla Firefox
O navegador Mozilla Firefox também possui um recurso semelhante, chamado de Cursor de Teclado. Geralmente, este recurso já vem ativo no Firefox. Porém, caso não esteja habilitado, mostraremos como ativá-lo (o que é muito simples).
Pressione a tecla F7 em seu teclado. Uma pequena janela será aberta, e basta que você clique em Sim para que o recurso seja imediatamente ativado.
E se, por acaso, você quiser deixar o recurso habilitado sempre, basta acessar o Menu Ferramentas > Opções. Clique na aba Avançado e deixe marcada a opção “Usar teclas de setas para percorrer pelas páginas“. Tecle Enter ou clique em Ok.
Observação: ao apertar a tecla F7 do teclado, em ambos os casos, aparecerá uma pequena janela de confirmação. Caso seja marcada a opção “Não exibir esta mensagem novamente“, a mesma não aparecerá da próxima vez que for ativado o recurso.
Além destes recursos, deixaremos abaixo uma lista de atalhos para uso com o navegador:
Control + N: abre uma nova janela de navegação;
Alt + Home: abre a página inicial (home page) do navegador;
Home: leva para o começo da página exibida no navegador;
End: leva para o fim da página exibida no navegador;
Alt + flecha para esquerda: Voltar à página anterior;
Alt + flecha para a direita: Avançar para a próxima página;
Esc: Interrompe o carregamento de uma página;
Control + F: abre a opção Buscar, por meio da qual é possível encontrar palavras e frases na página;
Control + H: mostra o Histórico de navegação;
Control + B: permite organizar os Favoritos;
Control + D: adiciona a página aos Favoritos;
ALT + D: seleciona a barra de endereços para preenchimento;
Control + Enter: acrescenta “www.” e “.com” ao texto na barra de endereços;
Control + O: abre uma caixa para preenchimento de um endereço;
Control + P: imprime a página;
Control + R: Atualizar a página;
F1: abre a Ajuda do navegador;
F3: abre a ferramenta de busca do navegador;
F4: “abre” a barra de endereços;
F5: Atualiza a Página;
F6: seleciona a barra de endereços para preenchimento;
Tab: avança o cursor/seleção entre os elementos de uma página, incluindo barra de endereços, links, espaços de formulário etc;
Ctrl + W: Fecha o Navegador.




Linux Ubuntu: Como alterar a imagem de fundo na tela de login

O Ubuntu 10.04 está menos maleável no que diz respeito a personalização da tela de login.

Isso pode ser contornado com a instalação do pacote python-gdm2setup. Contudo, notei falhas como não aplicação de configurações e reconhecimento de temas. Por isso o removí, mas nem por isso deixei de customizar o funto da tela de login.

Mudei minha imagem de fundo substituindo o arquivo de imagem original.

Para isso, siga os passos abaixo:

1 – Escolha uma nova imagem. Ela deve ter extensão PNG e ter as dimensões do seu monitor.

2 – No Terminal, acesse /usr/share/backgrounds:

cd /usr/share/backgrounds

3 – Por segurança, renomeie o arquivo warty-final-ubuntu.png. Essa é a imagem de tom roza que aparece na tela de login do Ubuntu. Sugiro o nome warty-final-ubuntu.BACKUP.png.

sudo mv warty-final-ubuntu.png warty-final-ubuntu.BACKUP.png

4 – Copie para a pasta /usr/share/backgrounds a imagem escolhida para a tela de login:

sudo cp caminho-da-imagem .

Ou se preferir:

sudo cp caminho-da-imagem /usr/share/backgrounds

O caminho-da-imagem varia de acordo com o local onde o gravou. Se houver dúvida, use o comando pwd ou clique com o botão direito > propriedades para conferir o caminho.

5 – Renomeie sua nova imagem de fundo para; warty-final-ubuntu.png. Use o comando mv como informado no passo 3.

Feito isso, faça log off e confira o resultado.

Nota 1: para fazer rollback, ou seja, voltar a imagem anterior, siga os passos 2 e 3 para desfazer a alteração.




Como compilar programas a partir do código fonte

Muitas vezes o programa que queremos não tem um pacote pré-compilado. Nesse caso precisamos obter o código fonte e compilá-lo. Vamos aprender como.

A grande diferença ente software livre e de código aberto e softwares proprietários é que no caso dos softares livres e abertos podemos obter o código fonte do programa e compilá-lo da maneira que acharmos melhor.

A princípio pensamos que nunca vamos precisar compilar programas e que sempre vamos instalá-los a partir de pacotes binários mas, acredite, muitas vezes é mais interessante e até mesmo necessário compilar o programa, seja pela falta de um pacote binário, para ter a chance de otimizar o programa para necessidades específicas ou simplesmente por curiosidade.

Compilar programas no linux não é trivial mas também não chega a ser difícil. Vou tentar mostrar de maneira simples e explicativa as maneiras mais comuns de compilar programas no linux.

O primeiro passo é obter o código fonte do programa. Geralmente ele é encontrado no site do desenvolvedor, mas muitos projetos são hospedados em sites como o freshmeat.net e sourceforge.net. Uma busca no Google Linux também pode ajudar bastante.

A maioria dos programas para linux são escritos na linguagem C ou C++ e consistem de vários arquivos dispostos em diversos diretórios, por isso eles são encontrados comumente na forma de arquivos empacotados e compactados. As extensões mais comuns são .tar.gz e .tar.bz2, que significa empacotado com o tar e compactados com o gzip ou bzip2 respectivamente. O bzip2 tem se tornado mais comum a cada dia, pois resulta em arquivos muito menores.

Vamos usar para efeito de exemplificação um programa fictício chamado ‘meu programa 1.0′. Baixamos este programa nas duas formas de compactação, ou seja, ‘meuprograma-1.0.tar.gz’ e ‘meuprograma-1.0.tar.bz2′.

Vamos agora descompactá-lo:

A forma mais simples de fazer a descompactação é usando o tar com a opção de descompressão -x e indicando o formato gzip (-z) ou bzip2 (j).

[user@host] $ tar zxvf meuprograma-1.0.tar.gz

ou então

[user@host] $ tar jxvf meuprograma-1.0.tar.bz2

Note que não é necessário usar o hífem (-) antes das opções para o tar, use-o se quiser.

A partir daqui não fará nenhuma diferença se você baixou o arquivo .gz ou .bz2.

Descompactado o arquivo é criado um diretório, usualmente com o mesmo nome do arquivo (claro, sem a extensão). No nosso caso ‘meuprograma-1.0′.

Entre nesse diretório

[user@host] $ cd meuprograma-1.0

examine o conteúdo do diretório

[root@host] # ls -la

Provavelmente existem dois arquivos – README e INSTALL – que trazem informações genéricas sobre o pacote e informações sobre a instalação. É altamente recomendada a leitura desses arquivos, mas prepare-se para ler em inglês. Qualquer informação específica do programa que o torne diferente na maneira de instalar vai estar contida nestes arquivos, portanto leia-os

[user@host] $ less README

[user@host] $ less INSTALL

Terminando de ler, vamos agora para a parte interessante: a compilação.

Para compilar programas no linux você vai precisar do compilador C e C++ GCC (geralmente encontrado nas distribuições linux dividido em três pacotes: gcc, cpp e g++), do GNU Make e, algumas vezes do autoconf e automake.

O primeiro passo da compilação geralmente é rodar um script chamado configure. Este script, que é gerado pelo desenvolvedor do programa com o autoconf, examina o seu sistema na busca por bibliotecas e arquivos de configuração e executáveis necessários para a compilação do programa. Se tudo estiver OK ele gera um arquivo chamado Makefile, que será usado posteriormente pelo make. Se alguma dependência não for encontrada ele pára e mostra uma pequena mensagem de erro, indicando o que ocorreu ou qual arquivo estava faltando. Na maioria das vezes o configure executa sem problemas. Para executá-lo faça

[user@host] $ ./configure

O próximo passo é a compilação propriamente dita. Como você pode imaginar, não é necessário compilar um a um os arquivo de código fonte. A compilação é coordenada pelo make, que segue um roteiro definido no Makefile, compilando e gerando os arquivos binários pra você com o uso do gcc.

Para compilar, use

[user@host] $ make

Dependendo do tamanho do programa que você está compilando esse processo pode demorar bastante. Você vai ver muita saída de texto e provavelmente não vai entender nada do que está escrito. Não se preocupe.

Terminada a compilação – sem nenhum erro, é claro – é hora de instalar o programa.

Note que até agora usamos um usuário comum (não-root) para executar os comandos. É recomendável que se faça assim. Mas a instalação deve ser feita como root pois ele tem acesso de escrita em qualquer diretório. A não ser que você saiba o que está fazendo, mude para root antes de instalar o programa. Essa mudança de usuário é feita com o comando

[user@host] $ su

Digite a senha de root e o prompt será mudado para

[root@host] #

Agora use

[root@host] # make install

para instalar o programa. Note que a instalação também é feita através do make. O make não serve apenas para compilar programas, serve para otimizar tarefas que seguem passos bem definidos. A instalação, por exemplo, consiste em copiar os arquivos certos nos lugares certos com as permissões adequadas. O roteiro da instalação também é definido no Makefile.

Este roteiro simples, de 3 comandos

[user@host] $ ./configure

[user@host] $ make

[root@host] # make install

é praticamente um padrão e é usado na grande maioria dos programas. Mas pode ser que o seu programa tenha opções e comandos específicos. Para saber esses comandos o jeito é ler os arquivos README e INSTALL ou procurar ajuda em listas de discussão ou canais IRC.

Existem algumas opções comuns que podem ser usadas, principalmente no script ‘configure’. Geralmente é possível listá-las com

[user@host] $ ./configure --help

A mai usadas é –prefix, que diz onde o programa será instalado. Se você quiser que seu programa seja instalado em /usr por exemplo, use

[user@host] $ ./configure --prefix=/usr

Assim os arquivos serão divididos entre diversos diretórios logo abaixo de /usr (por exemplo: binários em /usr/bin).

Alguns programas, na verdade a maioria deles, incluem um atalho para a desinstalação, geralmente

[user@host] $ make uninstall

e um para limpar os arquivos gerados pela compilação anterior

[user@host] $ make clean

Você pode também optar por gerar um pacote binário a partir da sua compilação. Um programa útil para isso é o checkinstall. Falar sobre o checkinstall está fora do escopo deste artigo mas pode ser que em um artigo futuro eu aborde esse tema. Só devo dizer que sua utilização é simples e trivial.



Saiba como criar sua própria distribuição linux em minutos!



Existem diversas distribuições linux disponíveis para todos os gostos, desde as direcionadas ao usuário final, como também as direcionada à servidores. Sempre que precisamos apresentar o linux para um amigo que nunca utilizou este SO ficamos na dúvida: Qual a melhor distribuição para apresentar, qual a mais adequada? O Ubuntu é por enquanto o mais indicado, atualmente é a distribuição que mais tem atraído os usuários com pouco conhecimento em linux.
Mas se mesmo assim você quiser criar sua própria distribuição linux? Definindo-a apenas com recursos básicos ou softwares específicos? O SUSE possui um projeto chamado SuseStudio onde você pode criar seu linux facilmente e após finalizado e devidamente testado é possível compartilhar os arquivos para download e instalação em seu computador, incrível não?
A grande vantagem é que você pode criar um perfil de distribuição ao seu gosto, como por exemplo um linux apenas para servidor web, para multimídia, estação de trabalho ou também escolher especificamente cada aplicativo que irá compor esta distribuição linux.
Para isso basta acessar o site http://susestudio.com, criar sua conta gratuitamente, após este procedimento aguarde o e-mail de confirmação para podermos iniciar a criação de nossa distribuição. Siga os passos abaixo e clique nas imagens para ampliar.
Confirmado o registro e efetuado o login você será redirecionado para a tela onde deverá escolher um “Template” da sua instalação, neste momento você irá determinar a característica básica do seu linux, configurando se será uma distribuição multimídia ou servidor, se utilizará o ambiente gráfico Gnome ou Kde, etc. Após terminado este processo clique em “Create Appliance”

Na próxima tela informaremos o nome de nossa distribuição, em seguida clique em “Switch to the Software tab to continue »”

Nesta tela você irá adicionar softwares que não estão contidos na sua instalação, eu selecionei a opção “Recomended”, que irá incluir os aplicativos mais comuns, terminada a seleção clique na aba “Configurations”

Na aba “Configurations” estaremos ajustando configurações de teclado, rede, idioma, imagens de fundo, telas de login, logotipos, etc.

Na aba “Overlay Files” você irá, caso necessário, informar aplicativos que irão substituir alguns informados na configuração inicial.

E por fim, na aba “Build” iremos finalizar nossa distribuição e escolher o formato que queremos: USB, Live CD, VMWare, Virtual Box ou Xen.

Finalizado o procedimento poderesmos testar no próprio navegador nossa distribuição, caso esteja tudo em origem, basta fazer o download e utilizar à vontade!