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Xubuntu 14.10

Xubuntu é uma distribuição Linux fortemente baseada no Ubuntu, quepossuiu o XFCE como ambiente gráfico padrão ao invés do Gnome. Estesistema mantém todas as vantagens presentes no Ubuntu padrão, masacrescenta toda a simplicidade e leveza do XFCE.

Diferenças entre o Xubuntu e o Ubuntu

O Ubuntu sempre foi conhecido por ser uma das distribuições mais completas do mercado, possuindo uma quantidade considerável deferramentas para iniciantes em Linux, mas ao mesmo tempo sendo bastanteconfigurável para usuários avançados.

Basicamente, o Xubuntu mantém todas essas boas características do Ubuntu original, mas ao mesmo tempo, é mais leve que a versão original, designado principalmente para computares que possuem hardwares mais modestos. Não que o Gnome seja pesado, entretanto, é possível notar que o XFCE ainda é mais leve e rápido.

Interface do Xubuntu


Os ambientes gráficos Gnome e Xfce foram desenvolvidos sobre a mesma biblioteca base, GTK,o  que permite que vários aplicativos que funcionam em um deles funcione no outro também, como o Gimp por exemplo. Isso permite que os mesmos programas queestão presente no Ubuntu também estejam no Xubuntu.

Logo, o Xubuntu érecomendado para usuários que utilizam e aprovam o Ubuntu, mas que possuem o XFCE como ambiente gráfico preferido ou cuja máquina já está um pouco ultrapassada.


 Download: xubuntu-14.10-desktop-amd64.iso (979MB, SHA256, torrent, pkglist).








Fedora 21


Depois de diversos atrasos devido a correções não programadas, a versão final do Fedora 17 finalmente foi liberada para a comunidade. A distro traz diversas alterações, principalmente no que diz respeito ao sistema de arquivo ext4 e ao gerenciamento de impressão.

O Fedora 17 suporta os dois ambientes gráficos mais utilizados no Linux: Gnome e KDE. No link acima é possível fazer o download da imagem ISO com o Gnome como visual-padrão. Para baixar a versão com o KDE, clique no botão abaixo.

O que vem de novoNa página oficial da distribuição também é possível baixar o Fedora baseado no LXDE e no Xfce, além das versões de 64 bits. Acesse e confira!

O Fedora 17 traz dezenas de melhorias, mas algumas merecem destaque especial. Para começar, o sistema de impressão do sistema foi reformulado e agora permite a visualização de várias opções, inclusive o nível de tinta dos cartuchos do dispositivo. A tarefa de impressão em si também está mais rápida, e o gerenciamento da fila, mais eficiente.



GNOME 3 sem aceleração 3D

Além disso, o Fedora agora possui suporta para sistemas de arquivos ext4 com mais de 16 TB de capacidade. Uma bela novidade para quem gosta de utilizar esse sistema nas partições do Linux.

O suporte a tablets e demais dispositivos do gênero também melhorado. O sistema operacional reconhece mais aparelhos automaticamente e permite maior interação com os dispositivos móveis.

SysV, o gerenciador-padrão de serviços e sistema do Fedora, foi totalmente substituído pelo systemd. A ideia é melhorar a capacidade de processamento paralelo do sistema.

No que diz respeito às aplicações, a lista de novidades não é muito grande. Confira abaixo.
  • GIMP 2.8
  • GNOME 3.4
  • KDE 4.8
  • PHP 5.4

Como tudo começou


O Projeto Fedora foi criado em 2003, logo após o anúncio feito pela Red Hat sobre a descontinuação de um de seus sistemas mais famosos, o Red Hat Linux. Desde então, o desenvolvimento da distro foi continuado pelo projeto, que conta com voluntários espalhados pelo mundo todo e apoio da própria Red Hat.


GNOME 3 no Fedora 14 Beta


Uma das maiores vantagens no uso do Fedora é que ele é um software livre e gratuito. Isso significa que você pode utilizá-lo, repassar para outros usuários e até mesmo auxiliar a equipe de desenvolvimento a melhorar o sistema, com sugestões, testando em busca de bugs e com a criação e adaptação de novas funções, por exemplo.

Softwares


Ao instalar o Fedora, você conta com o que há de melhor no mundo de softwares para se conectar com o mundo, trabalhar, estudar, jogar e o que mais for possível se fazer em frente a um computador. Dos aplicativos instalados no Fedora, destacam-se:

Jogos


Alien Arena, um dos destaques do Fedora 15


Quem disse que o Linux não tem jogos? Se depender do Fedora 16, diversão é o que não faltará para os usuários. São pelo menos nove games que vão desde tiros em primeira pessoa (FPS) até corridas de kart disputadas por Tux e sua turma.  Os títulos Alien Arena, Colossus Arena, F.L.A.W., Freeciv, FreeCol, FreeDink, gbrainy, supertuxkart e zaz, lançado para a versão anterior da distro, funcionam sem problemas no novo ambiente.

Download (mirrors, torrents, pkglist): Fedora-Live-Workstation-x86_64-21-5.iso (1,404MB, SHA256, torrent), Fedora-Server-DVD-x86_64-21.iso(1,953MB, SHA256, torrent). Live DVD images with KDE, LXDE, MATE and Xfce desktops are also available.





Compilando o Kernel Linux

Motivação

Você deve estar se perguntando, por que raios vou querer compilar ou recompilar o kernel ?
Bem um dos principais motivos é a otimização, para moldar o kernel de acordo com o seu hardware, outro bom motivo seria aplicar patches ao kernel para eliminar bugs. O kernel Linux por default suporta uma infinidade de dispositivos além de muitos, muitos recursos.

Um bom exemplo disso é o suporte a rádio amador que vem ativo por padrão:


Suporte a rádio amador ativo no kernel


Além desse exemplo existe ainda uma infinidade de outros módulos que dependendo do nosso hardware não é utilizado e mesmo assim é carregado no boot.

Relembrando os tipos de kernel

Antes de prosseguir vamos relembrar os tipos de kernel e entender um pouco sobre como funciona cada tipo.

Monolítico é o kernel que une todos os módulos e subsistemas em um único arquivo executável. Os módulos apesar de não estarem embutidos no código do kernel, são executados no espaço de memória usado pelo kernel ou (kernel space), dessa forma o funcionamento continua sendo centralizado. Essa característica faz com que esse tipo de kernel seja mais rápido que outros. O Linux, BSD e FreeBSD são exemplos de kernel monolítico.

Microkernel é um kernel modular, grande parte dos subsistemas ficam no (user space) e se comunicam com o núcleo por meio de mensagens. Esse tipo de kernel é bastante flexível, Minix e OpenSolaris são exemplos desse tipo de kernel.

Híbrido é uma mistura de kernel monolítico com microkernel, ele mantém alguns subsistemas em seu núcleo e se comunica com os módulos por troca de mensagens. Por conta disso, possui desempenho menor. Mac OS e Windows são exemplos de kernel híbrido.

Agora que você já relembrou os tipos de kernel e como os módulos são tratados, podemos continuar!

A compilação

O primeiro passo para o processo de compilação é o download do código-fonte: kernel.org vale lembrar que é sempre bom baixar a versão estável.

Feito o download, descompacte o kernel no diretório /usr/src  e refaça o link simbólico existente chamado linux para que ele aponte para o diretório do seu novo kernel. Entre no diretório do novo kernel que será compilado e acione a interface de configuração.

Veja o exemplo:

$ cd /usr/src

$ ls

linux@ linux-3.10.17/ linux-3.8.4/

$ ls -l linux

lrwxrwxrwx 1 root root 13 Oct 27 15:09 linux -> linux-3.10.17/

$ cd linux

$ make menuconfig




make menuconfig


A configuração é a parte mais complexa, aqui você escolhe os módulos que serão acoplados ao kernel, quais serão ativos e quais não estarão disponíveis.

Para compilar um kernel do (zero) é preciso obter todas as informações sobre o hardware, com os comandos lspci, lscpu, lsusb e dmidecode é possível obter todas as informações necessárias sobre o hardware para esse processo.

No menu de configuração temos opções para a escolha dos módulos, [ * ] indica que o módulo está habilitado para ser incorporado ao kernel na compilação, [ ] desabilitado e [ M ] ficará habilitado mas não incorporado ao kernel.

Aqui vamos focar na seguinte situação, você possui uma máquina com uma distribuição linux instalada e deseja compilar uma versão de kernel mais atual e de quebra, escolher alguns módulos próprios pro seu hardware.

Como já temos uma distro instalada e funcionando com o nosso hardware atual, podemos pegar a atual configuração e utilizar como ponto de partida para a nova compilação. Para isso utilizamos um arquivo de configuração que existe no diretório /boot esse arquivo contém informações sobre os módulos do kernel que serão carregados durante a inicialização e quais serão ativos por padrão.
O que deve ser feito é copiar o arquivo de configuração para o diretório do novo kernel que será compilado para servir de base no processo de escolha de módulos.

$ cp /boot/config /usr/src/linux/.config


Após a cópia podemos executar a configuração com make menuconfig, de forma automática ele utilizará o arquivo .config que copiamos de /boot. Feito isso, após o menu de configurações ser exibido podemos por exemplo escolher o nosso modelo de processador e ainda descartar o suporte a outros modelos fazendo com que o kernel utilize um módulo específico para o hardware em vez de um módulo genérico.


Processor type and features ---> Processor family


Processor family


A opção marcada no exemplo é referente a um modelo de processador Intel, dessa forma o kernel utilizará o módulo específico em vez do genérico. Sendo assim no caso do exemplo, poderia ser deabilitado todos os módulos correspondentes aos processadores AMD.

Finalizada a configuração basta salvar e partir para a próxima etapa.

$ sudo make bzImage


Essa é a parte demorada pois depende das escolhas que foram feitas no menu de módulos e também do hardware. Após concluída com sucesso o novo kernel estará disponível em /usr/src/linux/arch/x86/boot, caso seja 64 bits o diretório será /usr/src/linux/arch/ia64/boot. O novo kernel compilado ficará disponível com o nome de bzImage.

Após o fim da compilação do novo kernel é preciso ainda compilar e instalar os módulos:


$ sudo make modules


$ sudo make modules_install





Depois de instalar os módulos é necessário copiar os novos arquivos gerados no processo de compilação para o boot, são eles: .config, System.map e o kernel propriamente dito bzImage.

O System.map é uma tabela de símbolos do núcleo do sistema que serve de consulta para verificar os endereços de cada símbolo na memória. Esse arquivo é recriado a cada nova compilação.

Copie os arquivos para o /boot:


$ cp /usr/src/linux/.config /boot/config


$ cp /usr/src/linux/System.map /boot/System.map


$ cp /usr/src/linux/arch/x86/boot/bzImage /boot/vmlinuz





E para finalizar, é preciso ajustar o gerenciador de boot (grub ou lilo) para que ele carregue o novo kernel que foi compilado.

Dicas finais

Tudo o que foi mostrado deve funcionar sem problemas em qualquer distribuição Linux. Você pode optar por automatizar esse processo de compilação criando um script, no meu caso que uso Slackware mantenho um script como esse:


#!/bin/bash






VERSION="3.11.7"





CWD="/usr/src"





cd $CWD







rm -f /usr/src/linux





ln -s /usr/src/linux-$VERSION /usr/src/linux





cd $CWD/linux-$VERSION







cp /boot/config ./.config


make oldconfig && make bzImage && make modules && make modules_install







cd /boot





rm -f vmlinuz System.map config





cp $CWD/linux-$VERSION/.config config-$VERSION





cp $CWD/linux-$VERSION/System.map /boot/System.map-$VERSION





cp $CWD/linux-$VERSION/arch/x86/boot/bzImage /boot/vmlinuz-$VERSION





ln -s vmlinuz-$VERSION vmlinuz





ln -s System.map-$VERSION System.map





ln -s config-$VERSION config







lilo





Pode ser adaptado para uso em outras distribuições sem complicações.

Referências




Fonte: Infosiack





Como Instalar o Urban Terror 4.2.023





Urban Terror é um open source, multi-jogador jogo de tiro na primeira pessoa, com base no jogo Quake III. 
A última versão disponível é o Urban Terror 4.2.0.23, que foi lançado recentemente.
Para instalar Urban Terror 4.2.0.23 no Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn, Ubuntu 14.04 Trusty Tahr, Linux Mint 17,1 Rebecca, Linux Mint 17 Qiana, Pinguy OS 14.04, Elementary OS 0.3 Freya, Deepin 2014, Peppermint Five, LXLE 14.04, Linux Lite 2 e sistemas derivados, execute:


$ wget -q -O - http://archive.getdeb.net/getdeb-archive.key | sudo apt-key add -
$ sudo sh -c 'echo "deb http://archive.getdeb.net/ubuntu utopic-getdeb games" >> /etc/apt/sources.list.d/getdeb.list'
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install urbanterror


Para remover, execute:

$ sudo apt-get remove urbanterror 



Fonte: Matsuura






Instalando o Wine no Ubuntu e derivados


Que tal rodar programas do Microsoft Windows no seu Ubuntu! Caso você ainda não conheça o Wine, saiba que com ele você pode executar aplicações desenvolvidas para ambientes Windows no Linux, ou outros sistemas operacionais. Vale lembrar que, como seu próprio nome sugere, o Wine (acrônimo recursivo para WINE Is Not an Emulator) não é um emulador.

Agora você irá aprender a instalar o Wine no Ubuntu e seus derivados (Linux Mint, Elementary OS...), para isso, basta abrir o seu Terminal e executar os comandos abaixo:

$ sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-wine/ppa
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install wine1.7 winetricks

Caso um dia você queira desinstalar o Wine, execute no terminal:

$ sudo apt-get remove wine1.7 winetricks


Quer saber mais clica neste link






Como instalar programas ".bin" no linux - Instalação do Adobe Air no Linux (Ubuntu 14.10)

 A instalação de programas no Linux não é como no Windows, que só apertamos Enter ou damos um duplo clique no arquivo que começa a instalação. Geralmente as distribuições Linux disponibilizam uma central de programas com diversos aplicativos, mas quando você não encontra, o jeito é ir atrás. Uma das extensões de aplicativos para Linux é a ".bin", ela não instala apertando Enter ou dando um duplo clique em seu arquivo. Temos que fazer tudo manualmente pelo terminal. Para este tutorial instalaremos o Adobe AIR, siga os seguintes passos: O Linux usado neste exemplo é no Ubuntu 14.10, o passo-a-passo a seguir serve para qualquer versão.
1) Baixe o Adobe AIR em: http://get.adobe.com/br/air/
2) Aperte como botão direito do mouse em cima do arquivo ".bin", clique na guia permissões e marque a opção "Permitir execução do arquivo como um programa", pois o abriremos com o terminal, e se esta opção estiver desmarcada teremos um erro lá na frente.
3) Abra o Terminal e execute o comando "sudo su" e digite a senha para você assumir a identidade de qualquer usuário no computador, para poder fazer a mudanças que quiser no sistema.

4) Ainda pelo Terminal execute o comando "cd diretório" para abrir o diretório onde você salvou o Adobe Air, eu o salvei na pasta "Downloads", portanto, o meu comando será o "cd Downloads".
5) Agora execute o comando "./arquivo.bin" para executar o ".bin" a ser instalado no computador. Após a sua execução do comando o Adobe Air abrirá o seu instalador para serem feitas as configurações. Você somente segue os passos da instalação, somente clicando em concordo e avançar.

Pronto, finalizamos a instalação do Adobe Air, lembre-se que esse passo-a-passo serve para qualquer arqueivo ".bin", usei o Adobe Air somente como um mero exemplo.

Instalação do Adobe Air finalizada no Ubuntu 14.10