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Saiba como instalar pacotes no Ubuntu Linux sem conexão com a Internet no seu computador

Todos que já migraram para o Linux, podem perceber que sem Internet seu uso fica complicado! Principalmente no momento que você deseja instalar algum pacote (quem já tentou instalar um pacote no Linux levando no pendrive - como é feito no Windows - é um "grande guerreiro"). Portanto nesse artigo, você verá como instalar seus programas preferidos sem possuir uma conexão com a Internet rápida ou muito boa para baixar diversos programas.


Você já imaginou como seria o Ubuntu Linux sem o APT? Como nós poderíamos instalar nossos programas? Pois é, sem uma conexão com a Internet digna para baixar diversos pacotes ao mesmo tempo, você com certeza irá penar para baixar seus pacotes (principalmente por causa das dependências de pacote).

Sendo assim, é preciso conhecer o APTonCD. Ele é uma ferramenta com uma interface gráfica que permite criar um ou mais CDs ou DVDs (você escolhe o tipo de mídia) com todos os pacotes que você tenha baixado via apt-get ou aptitude, criando um repositório removível que você pode usar em outros computadores.


Mas como ele funciona?

A medida que você baixa novos pacotes pelo Synaptic (ou apt-get) eles ficam gravados na pasta /var/cache/apt/archives.

Em parte você poderia colocar esses arquivos num CD, contudo para esse CD ser reconhecido pelo Ubuntu ele precisa cumprir certas formalidades. Sendo assim, o que o APTOnCD faz é exatamente isso, transporta esses pacotes para uma mídia de CD/DVD que será reconhecido pelo Ubuntu como sendo um novo repositório pronto para ser reutilizado.

Processo de Instalação


O APTOnCD está disponível nos repositórios do Ubuntu, então para baixá-lo e instalá-lo basta executar o seguinte comando em seu terminal:

sudo apt-get install aptoncd

Tendo instalado corretamente, depois vá em Sistema >> Administração >> APTonCD. Surgirá um tela com duas perguntas: Criar ou restaurar?

Escolha Criar para criar um novo CD/DVD ou uma imagem ISO

Escolha Restaurar para restaurar os pacotes copiados

Posteriormente, selecione os pacotes desejados e selecione a opção Gravar! E pronto!!

Lembrete: Já que você instalou o APTonCD em uma máquina remota, não esqueça de selecioná-lo para instalá-lo em sua máquina também! Pois será preciso para a restauração!

Restaurando os Pacotes

Depois que você fez o backup de todos o seus pacotes, é hora de instalá-los em seu computador!

Através do APTonCD você deve escolher a opção Restaurar.

Restaure a imagem ISO criada (no meu caso - mas pode ter sido um CD/DVD).


Depois clique em Restaurar!!

Isso vai recolocar os arquivos baixados de volta à pasta correspondente e, depois disso, basta abrir o Synaptic e começar a instalação dos programas que você costuma colocar no seu Linux; como eles já estarão 'baixados' no cache do apt, o Synaptic os instalará sem precisar baixá-los de novo, sejam eles programas ou atualizações do sistema.

Você também pode usar o recurso do Terminal, digitando nele "sudo dpkg -i *.deb" para instalar tudo que estiver no cache do apt de uma tacada só; isso costuma dar alguns erros mas nada que o "apt-get install -f" não resolva ;)

Outras finalidades do APTonCD

Ele também se torna interessante para que você faça um backup dos pacotes contidos em /var/cache/apt/archives de tempos em tempos para, além de recuperar espaço em disco, não ter que baixar tudo de novo em uma eventual reinstalação do Linux.

Nota Importante

De acordo com a dica do leitor @RudineiWeschenfelder. Vale a pena destacar que é preciso observar alguns detalhes:

1. Caso já tenha rodado o comando de limpeza da cache de pacotes apt: sudo apt-get clean o diretório /var/cache/apt/ estará vazio, ou terá somente os últimos pacotes baixados após ter rodado o comando sudo apt-get clean.
2. Caso tenha usado algum outro aplicativo de limpeza de pacotes desnecessários, como o Ubuntu Tweak ou BleachBit, também é possível que o diretório de cache do apt esteja vazio.

Nesses casos, o APTonCD não terá muita utilidade, pois como foi falado no post, o APTonCD pega os pacotes que estão no diretório /var/cache/apt/, então se você quer fazer uma backup dos pacotes para instalar em um computador sem internet, certifique-se que dentro diretório /var/cache/apt/ contenha os pacotes e dependências que você quer instalar em um computador sem internet.

Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado





Descomplicando o Ubuntu - Um Guia completo para Iniciantes do Sistema Ubuntu [BR]

Para os que estão iniciando uma nova etapa no universo Linux, venho divulgar um material completo para iniciantes no sistema Ubuntu. O criador e administrador do blog Orgulho Geek, Carlos Eduardo, desenvolveu um excelente trabalho entitulado "O livro Ubuntu - Guia do Iniciante 2.0". Ele visa facilitar o acesso a todos os recursos desse sistema e propocionar um aprendizado fácil para qualquer pessoa (técnicos e não-técnicos). Confira

Esse trabalho foi desenvolvido no Ubuntu 11.10 e finalizado no Ubuntu 12.04, abrangendo a maior parte de seus recursos, a fim de tornar esta obra um guia para os próximos cinco anos, acompanhando o suporte de um LTS.


De acordo com o autor... "são dez capítulos que mostram o Ubuntu de forma gradativa e em uma sequência lógica de apresentação de recursos, facilitando o acesso à estes e o aprendizado do sistema por qualquer pessoa. São conceitos de uso do Ubuntu Desktop (Unity), instalação simples, instalação avançada, reinstalação, cópia e restauração de dados, instalação de programas, controles do sistema, Terminal, aplicativos de internet, multimídia, programas alternativos aos padrões instalados e um capítulo avançado, que introduz alguns conceitos de administração de permissões no sistema, uma breve sessão de resolução de problemas e um glossário" ...

E complemento informando que o texto é bem acessível e o livro é bastante ilustrativo... Será que falta alguma coisa ?!

Portanto, eu recomendo que desfrute desse excelente material!!

10 comandos Linux que você nunca deve executar

O Linux nos permite executar comandos que em outros Sistemas Operacionais não seria possível. Essa liberdade pode trazer algum desconforto se não soubermos usá-la corretamente. Portanto, é importante saber que existe alguns comandos que você nunca deve executar em seu terminal Linux, pois a consequências serão imensuráveis. Confira...



As causas são irreparáveis, estando na lista danos ao sistema de arquivo, pane no sistema operacional (conhecido como "kernel panic") e outros.

Portanto preste atenção nos comandos listados abaixo:

Comandos que irão deletar alguns (ou todos) arquivos do seu sistema

  1. sudo rm -rf /
  2. rm -rf .*
  3. dd if=/dev/zero of=/dev/sda
  4. mkfs.ext3 /dev/hda
  5. qualquer_coisa > /dev/hda
  6. cd ~; for x in `ls`; do mv -f $x $y; y=$x; done
  7. find -type f -mtime +30 -exec mv {} /dev/null \;
  8. mv ~ /dev/null
  9. mv / /dev/null

Comando que irá fazer você perder todos os privilégios de admin

  1. rm -f /usr/bin/sudo;rm -f /bin/su

Exemplo real

Confira uma amostra da execução do comando:

sudo rm -rf /




Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado











Saiba como instalar o Ubuntu, Fedora, Debian e outros através de um único CD ou imagem ISO

Cansado de manter um estoque de CD's com diversas distros Linux? Se você precisa constantemente utilizá-las para a instalação em servidores, estações de trabalho ou em máquinas virtuais; com certeza você deve conter diversas mídias estocadas... Então responda: seria melhor se você tivesse um único CD ou imagem ISO com a qual pudesse instalar diferentes distribuições Linux, necessitando apenas de uma conexão à internet?! Saiba como...

Recomendo que leia:

Portanto conheça o NetbootCD. Ele é um live CD do GNU/Linux baseado no Tiny Core Linux. Com ele o usuário pode fazer o download e executar o instalador via rede de diversas distribuições Linux, que podem instalar um sistema GNU/Linux completo apenas com um disco rígido e uma conexão à internet.


Para se ter uma noção é possível utilizar o NetbootCD para instalar as principais distribuições Linux, tais como: Ubuntu, Debian, Fedora, OpenSUSE, Slackware e outros

Usando o NetbootCD

Primeiramente você precisa fazer o download do NetbootCD e queimar a ISO para CD (ou mantê-la como ISO).

Posteriormente aparecerá uma tela, onde será preciso escolher entre iniciar o sistema operacional pré-existente no disco ou iniciar o instalador do NetbootCD. Obviamente escolha carregar o NetBootCD ;)

PASSO 1

Após carregar o NetBootCD você verá essa tela:


Antes de escolher a função Install, eu recomendo que selecione a opção download. Ela garante que o script de instalação mais atual seja utilizado! Logo após essa operação, selecione a opção install

PASSO 2

Após selecionar esta opção, aparecerá uma lista com todas as distros disponíveis:


Selecione qual sistema deseja instalar e pronto!! Será feito o download do sistema selecionado:




Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado








Conheça os principais motivos que fazem com que novos usuários desistam de usar o sistema Linux

Alguém decide conhecer um sistema Linux. Durante uma semana ou outra luta e reluta para se acostumar com um ambiente de trabalho diferente... mas se torna difícil porque falta tempo ou material de estudo. Portanto acaba desistindo. Será que você se identificou com essa situação? Se você está lendo esse artigo, no mínimo está querendo aprender mais sobre o assunto. E se você está lendo-o de um sistema operacional diferente do Linux, mas gostaria que fosse de um ambiente Linux... definitivamente você precisa continuar lendo ele agora mesmo!

Mas antes de começar, recomendo que leia isso:


Se você está aqui agora, com certeza precisa de uma força para continuar seus estudos. Portanto, com a minha experiência de vida pude observar que muitos deixam de usar um sistema Linux por 'n' fatores, mas que os principais são mais comuns que podemos imaginar.

Então acompanhe alguns deles:


1 - Quer aprender a usar, mas não quer usar...

Estranho, né? Eu sinceramente já me deparei com muitos casos com novos usuários que gostariam muito de usar o sistema Linux com mais frequência... mas simplesmente não usam o.O

Me responda... você está em um ambiente Linux agora?! Humm... não?! Então você acaba de fazer parte deste seleto grupo ;)

Simplesmente, novos usuários encontram muita dificuldade em usar sistemas Linux porque não se habituam com o novo ambiente! Alguns por receio em formatar sua máquina, removendo o sistema anterior para instalar um novo. Outros porque acham que lendo os blogs/sites sobre Linux e usando de vez em quando já basta para conhecer a nova ferramenta... e assim por diante!

Mas como resolver esse problema?

Muitos reclamam de tempo! Concordo que o tempo é prejudicial para alguns, mas que se você não tem tempo para se dedicar a alguma coisa; é melhor não continuar o.O Eu acho que isso serve para qualquer situação de nossas vidas!

Sendo assim, partindo pelo pressuposto que você tem tempo suficiente para aprender algo novo, eu tenho algumas dicas que podem resolver esse problema:
  1. Saiba como instalar o Linux sem comprometer a instalação de outro sistema pré-existente!
  2. Saiba por que você precisa conhecer o conceito da virtualização de sistemas
  3. Saiba como instalá-lo como máquina virtual!
  4. Se decidiu usá-lo como dual-boot. Então precisa conhecer essas dicas
  5. Participe de um Curso Linux gratuitamente

2 - Dificuldade para encontrar material de estudo

Isso com certeza atrapalha e muito... tanto que criei o Linux Descomplicado com o intuito de facilitar a aprendizagem de novos usuários. Mesmo assim, isso não reflete na realidade existente. Pelo contrário, existem diversos blogs/sites sobre Linux que são, verdadeiramente, excelentes materiais de estudo.

Mas como resolver esse problema?

Para sanar esse problema segue uma lista dos principais blog/sites sobre Linux, que eu recomendo:

Cotidiano Linux - http://cotidianolinux.com.br/
Ubuntu Dicas - http://www.ubuntudicas.com.br/blog/
Meu Pinguim - http://meupinguim.com/
Orgulho Geek - http://orgulhogeek.net/
Viva o Linux - http://www.vivaolinux.com.br/
Seja Livre - http://sejalivre.org/
Underground Linux - http://www.udglinux.com/
Ubuntued - http://ubuntued.info/
Ubuntero - http://www.ubuntero.com.br/

E especialmente materiais, como o previsto Guia do Iniciante 2.0 são excelentes fontes de estudo.

3 - Falta de foco...

Muitos usuários são atraídos a usar o Linux pela proposta do novo... novo sistema, nova ferramenta de uso pessoal, novo ambiente de trabalho, entre outros! Contudo, muitos não sabem porquê, de fato, estão aprendendo Linux. E isso é um grande problema.

Eu particularmente, comecei a estudar Linux por motivos profissionais e acabei tornando-o como ferramenta pessoal! Mas muitos estão se inserindo nesse universo por apenas curiosidade; para uso pessoal! E esse motivo "curiosidade" não motiva ninguém!! Concorda? Se você diz que está aprendendo alguma coisa, apenas para saber como funciona e como é; não terá ânimo nenhum para estudar mais e aprender mais coisas.

Mas como resolver esse problema?

O que deseja fazer com esse novo sistema? Eu lhe garanto que o que desejar fazer ele terá condições para prover... mas primeiro precisa saber o que deseja fazer!

Aqui no Linux Descomplicado, procuro atrair novos usuários com artigos de fácil acesso, sem muita complexidade. Mas as vezes me deparo com artigos mais "complexos"; e isso afasta esse perfil de usuário!

Sendo assim, se você deseja apenas usá-lo como ferramenta para uso pessoal, deve lembrar que precisa conhecer algumas peculiaridades do sistema. E se, para você, isso é um pouco "complexo"; é preciso rever o primeiro motivo desse artigo

4 - Comparações desnecessárias

Só existe comparação entre coisas do mesmo grupo ou setor... Então por que comparar o Linux com outro sistema operacional? Sei que ambos são sistemas operacionais, mas possuem características totalmente diferentes!

Quem nunca ouviu isto: "Poxa... no Windows eu não preciso fazer isso! Lá é bem mais simples..."

Pois é... se você está propondo a mudar sua ferramenta de trabalho, deve lembrar-se que é necessário haver uma mudança de hábito. Não adianta nada pensar em mudar para o Linux se você toda hora fica comparando desnecessariamente com outro sistema operacional.

Mas como resolver esse problema?

Escolher usar o Linux não quer dizer que nunca mais usará outro sistema operacional. Pelo contrário... eu, particularmente, ainda hoje uso o sistema Windows por necessitar de alguns softwares que apenas rodam (ou rodam melhor) nessa plataforma!

É preciso aceitar que existem diferenças entre os sistemas (eu não estou dizendo que um é melhor que outro). E conhecer as peculiaridades de cada um para poder desfrutar ao máximo de cada recurso oferecido!

Para melhorar esse entendimento é preciso conhecer-las. Portanto descubra o que precisa saber para se dar bem no universo Linux.

Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado




Diversas dicas para compactar e descompactar seus arquivos usando a linha de comando

Compactação de arquivos é algo bem corriqueiro na vida de qualquer um de nós. Para quem usa o Linux, não seria diferente. Nele é possível compactar um arquivo facilmente pela interface gráfica. Contudo recomendo que possa experimentar as facilidades em usar o método de compactação e descompactação na linha de comando! Saiba como...


Quando você deseja compactar um arquivo no Ubuntu, você simplesmente clica com botão direito do mouse sobre o arquivo/pasta e seleciona a opção "Comprimir":


Porém, através da linha de comando eu acho mais simples.

Sendo assim, segue algumas dicas para otimizar seu tempo quando desejar compactar seus arquivos pela linha de comando!!

Compactando diversos arquivos simultaneamente


~$ zip teste-zip.zip WallPaper/*

adding: WallPaper/abstract_0032.jpg (deflated 6%)
adding: WallPaper/abstract_0036.jpg (deflated 2%)
No exemplo acima, foi compactado todos os arquivos (*) contidos na pasta WallPaper, com arquivo compactado de nome "teste-zip"

Para compactar subpastas, basta executar o mesmo comando, mas com o parâmetro '-r' informado:

~$ zip -r teste-zip.zip /home/linux10complica/WallPaper/

Determinando o nível de compressão dos arquivos

Na compressão de arquivos existem diversos níveis (level) que determinam quanto os arquivos irão ser comprimidos.

Existem dois níveis: 0 e 9, onde o nível '0' possui o mínimo de compressão possível e o nível '9' possui o máximo de compressão possível:

Nível 0

~$ zip -0 teste-zip.zip /home/linux10complica/WallPaper/*

Nível 9

~$ zip -9 teste-zip.zip /home/linux10complica/WallPaper/*

Caso não seja informado o nível, explicitamente, o nível padrão é o '6'.

Inserindo senha de proteção nos arquivos compactados

Simples, basta inserir o parâmetro '-e':

~$ zip -e teste-zip.zip /home/linux10complica/WallPaper/*
Enter password:
Verify password:

Descompactando seus arquivos

Por fim, para descompactar qualquer arquivo 'ZIP' é preciso usar o comando 'unzip':

~$ unzip teste-zip.zip

Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado







O que você precisa saber para configurar seu modem 3G no Linux


Conexão à Internet via modem 3G não é privilégio para ninguém; muitos aproveitam planos pré-pagos de algumas operadoras para acessar internet via modem 3G e outros adquirem pacotes 3G através de diversos planos. Mas independentemente da maneira que escolha para conectar a rede 3G, alguns têm dificuldade para configurar seu modem em sua distribuição Linux favorita. Portanto, confira esse artigo completo que explica como configurar a maioria dos modens 3G disponíveis no mercado!

Existem diversos modelos de modem 3G... alguns são bem simples para configurar, pois possuem suporte ao Linux. E quando você não encontra esse suporte?!

Conectando o modem a porta USB

Primeiramente, você precisa entender como a maioria dos sistemas Linux faz para detectar o modem 3G.

Quando você conecta seu modem (independentemente do modelo) na porta USB do seu PC, ele é carregado a uma lista de dispositivos detectados via conexão USB. Para visualizar essa lista, e encontrar as informações sobre seu modem, é preciso executar o comando abaixo:

lsusb

O resultado desse comando é bem similar a esse:


Sendo que a linha em negrito se refere a um modelo de modem 3G. Neste caso ao modelo Huawei.

Contudo, isso não faz com que o gerenciador de redes ( network-manager ) reconheça o modem!!

Adquirindo Informações do Modem

O comando descrito acima nos oferecer vasta informação sobre o dispositivo em questão.

Para que possamos conectar à Internet via modem 3G é preciso capturar algumas informações. Entre elas o ID do modelo e o ID do Fabricante do modem

- idVendor 0x0000
- idProduct 0x0000

ou

- idVendor 0000
- idProduct 0000

No caso do exemplo dado:

é possível observar que o idVendor e o idProduct é 12d1 e 1c05, respectivamente.

Ativando o Modem


Os modens USB tem a função 'pendrive' com uma pequena capacidade interna. Para que ele seja reconhecido como modem, é preciso fazer com que o Sistema detecte essa funcionalidade.

No Linux, o programa que faz isso é o usb-modeswitch.

Em versões atuais de sistemas derivados do Debian, esse programa já vem instalado!

Ele contém diversas referências de dispositivos moveis, isto é, um arquivo denominado 40-usb_modeswitch.rules contém a base (idVendor e idProduct) de modens conhecidos e é encontrado originalmente no diretório /lib/udev/rules.d/

Além desse arquivo, o programa possui um diretório que categoriza cada modelo de modem (Huawei, ZTE, Olicard, Sony Ericsson e diversos outros modelos) em diversos arquivos distintos... essa pasta pode ser encontrada /usr/share/usb_modeswitch


Mas como fazer com que o modem possa ser ativado e reconhecido pelo Gerenciador de Redes?!

Para que, efetivamente, isto ocorra é preciso criar uma regra dinâmica para reconhecer o dispositivo em questão!!

No Linux, pode-se criar essa regra dentro da pasta /etc/udev/rules.d/. Essa regra é construída para fazer o modem funcionar, declarando os valores de idVendor e idProduct adquiridos através do comando "lsusb".

Este arquivo detecta automaticamente o modem e envia a troca de funcionalidade de midia de armazenamento para modem de comunicação.

Configurando seu Modem 3G sem complicação

Exemplo Modem 3G: ZTE MF620
Mediante a todas essas informações (super dicas ;) você já pode configurar seu modem 3G no Linux!

Primeiramente, como visto, é preciso verificar se o programa usb_modeswitch está instalado em seu micro. Nas versões derivadas do Debian verifique usando o comando:

dpkg -l | grep usb-modeswitch


Posteriormente, execute o comando "lsusb" para capturar o idVendor e idProduct do modem. Supondo que o resultado do nosso comando é

Bus 002 Device 005: ID 12d1:1c05 Huawei Technologies Co., Ltd.

Por último, precisamos criar a regra dinâmica. Para criá-la é preciso criar uma arquivo com extensão *.rules no diretório /etc/udev/rules.d/

sudo gedit /etc/udev/rules.d/meu_modem.rules

Copie e cole nesse arquivo: (lembrando que você deve substituir os textos em verde e vermelho pelo idVendor e idProduct, respectivamente)

Depois de salvo, reconecte o modem!! Aguarde uns 15 a 20 segundos e... PRONTO!!! Seu modem foi detectado; agora só é necessário configurar o discador do modem.

Para configurar no NetWork-Manager do Ubuntu você só precisa ir em Conexões de Rede >> Editar Conexões >> Criar uma Conexão Banda Larga Móvel >> Configurar o País do seu Provedor >> Escolher a Operadora >> Prosseguir até Concluir a Operação

Em outras distribuições, encontre o gerenciador de rede e configure facilmente através dele.


Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado












O que você precisa saber para configurar seu modem 3G no Linux

Conexão à Internet via modem 3G não é privilégio para ninguém; muitos aproveitam planos pré-pagos de algumas operadoras para acessar internet via modem 3G e outros adquirem pacotes 3G através de diversos planos. Mas independentemente da maneira que escolha para conectar a rede 3G, alguns têm dificuldade para configurar seu modem em sua distribuição Linux favorita. Portanto, confira esse artigo completo que explica como configurar a maioria dos modens 3G disponíveis no mercado!

Existem diversos modelos de modem 3G... alguns são bem simples para configurar, pois possuem suporte ao Linux. E quando você não encontra esse suporte?!

Conectando o modem a porta USB

Primeiramente, você precisa entender como a maioria dos sistemas Linux faz para detectar o modem 3G.

Quando você conecta seu modem (independentemente do modelo) na porta USB do seu PC, ele é carregado a uma lista de dispositivos detectados via conexão USB. Para visualizar essa lista, e encontrar as informações sobre seu modem, é preciso executar o comando abaixo:

lsusb

O resultado desse comando é bem similar a esse:


Sendo que a linha em negrito se refere a um modelo de modem 3G. Neste caso ao modelo Huawei.

Contudo, isso não faz com que o gerenciador de redes ( network-manager ) reconheça o modem!!

Adquirindo Informações do Modem

O comando descrito acima nos oferecer vasta informação sobre o dispositivo em questão.

Para que possamos conectar à Internet via modem 3G é preciso capturar algumas informações. Entre elas o ID do modelo e o ID do Fabricante do modem

- idVendor 0x0000
- idProduct 0x0000

ou

- idVendor 0000
- idProduct 0000

No caso do exemplo dado:

é possível observar que o idVendor e o idProduct é 12d1 e 1c05, respectivamente.

Ativando o Modem


Os modens USB tem a função 'pendrive' com uma pequena capacidade interna. Para que ele seja reconhecido como modem, é preciso fazer com que o Sistema detecte essa funcionalidade.

No Linux, o programa que faz isso é o usb-modeswitch.

Em versões atuais de sistemas derivados do Debian, esse programa já vem instalado!

Ele contém diversas referências de dispositivos moveis, isto é, um arquivo denominado 40-usb_modeswitch.rules contém a base (idVendor e idProduct) de modens conhecidos e é encontrado originalmente no diretório /lib/udev/rules.d/

Além desse arquivo, o programa possui um diretório que categoriza cada modelo de modem (Huawei, ZTE, Olicard, Sony Ericsson e diversos outros modelos) em diversos arquivos distintos... essa pasta pode ser encontrada /usr/share/usb_modeswitch


Mas como fazer com que o modem possa ser ativado e reconhecido pelo Gerenciador de Redes?!

Para que, efetivamente, isto ocorra é preciso criar uma regra dinâmica para reconhecer o dispositivo em questão!!

No Linux, pode-se criar essa regra dentro da pasta /etc/udev/rules.d/. Essa regra é construída para fazer o modem funcionar, declarando os valores de idVendor e idProduct adquiridos através do comando "lsusb".

Este arquivo detecta automaticamente o modem e envia a troca de funcionalidade de midia de armazenamento para modem de comunicação.

Configurando seu Modem 3G sem complicação

Exemplo Modem 3G: ZTE MF620
Mediante a todas essas informações (super dicas ;) você já pode configurar seu modem 3G no Linux!

Primeiramente, como visto, é preciso verificar se o programa usb_modeswitch está instalado em seu micro. Nas versões derivadas do Debian verifique usando o comando:

dpkg -l | grep usb-modeswitch


Posteriormente, execute o comando "lsusb" para capturar o idVendor e idProduct do modem. Supondo que o resultado do nosso comando é

Bus 002 Device 005: ID 12d1:1c05 Huawei Technologies Co., Ltd.

Por último, precisamos criar a regra dinâmica. Para criá-la é preciso criar uma arquivo com extensão *.rules no diretório /etc/udev/rules.d/

sudo gedit /etc/udev/rules.d/meu_modem.rules

Copie e cole nesse arquivo: (lembrando que você deve substituir os textos em verde e vermelho pelo idVendor e idProduct, respectivamente)

Depois de salvo, reconecte o modem!! Aguarde uns 15 a 20 segundos e... PRONTO!!! Seu modem foi detectado; agora só é necessário configurar o discador do modem.

Para configurar no NetWork-Manager do Ubuntu você só precisa ir em Conexões de Rede >> Editar Conexões >> Criar uma Conexão Banda Larga Móvel >> Configurar o País do seu Provedor >> Escolher a Operadora >> Prosseguir até Concluir a Operação

Em outras distribuições, encontre o gerenciador de rede e configure facilmente através dele.








Lubuntu 12.04

É comum ver distribuições de Linux baseadas em outras. O Ubuntu, a mais popular de todas e baseado no Debian, gerou outras distros, como Kubuntu, Xubuntu e Edubuntu. Pensando em propor um sistema leve e funcional, ideal para computadores mais simples, com hardware antigo, um grupo de desenvolvedores criou o Lubuntu.

O sistema agora é reconhecido pela Canonical, a fundação que mantém o Ubuntu, entrando para a família oficial de derivados da distribuição criada por Mark Shuttleworth. O foco principal do Lubuntu é ser uma alternativa para quem não tem PC capaz de rodar as últimas versões dos principais sistemas, mas não quer abrir mão da segurança e funcionalidade da distro.

Lubuntu

LXDE no lugar do Gnome

A primeira grande diferente entre o Lubuntu e o Ubuntu é o ambiente de desktop. Enquanto este usa o Gnome (e o Unity desde sua última versão), aquele trabalha com o LXDE. A principal característica do LXDE é, justamente, trabalhar bem em máquinas de baixo desempenho, como netbooks e computadores antigos.

Igual, mas diferente

O Lubuntu é basicamente igual ao Ubuntu. O modo como você trabalha e configura é basicamente o mesmo, as diferenças ficam mais no aspecto gráfico. Esta distribuição tem uma cara mais parecida com o de sistemas Windows, com a barra de tarefas da Área de trabalho localizada somente na parte inferior da tela, deixando de lado os dois painéis característicos do Ubuntu até a versão 10.10.

Se você já usou o Ubuntu, provavelmente vai se sair bem no Lubuntu. Se ainda não se aventurou em nenhuma distro de Linux, essa é uma boa porta de entrada. Como é de praxe em sistemas Linux, você pode personalizar a interface como desejar. Escolha novos temas de ícones e janelas, papéis de parede, fontes e tudo mais.

Pronto para uso

O Lubuntu já vem pronto para o uso e conta com dezenas de aplicativos já instalados: Firefox e Chromium para navegar na internet; AbiWord para processamento de texto e o Gnumeric para criação de planilhas; MPlayer para assistir a seus vídeos favoritos e Audacious para escutar música; Transmission para baixar torrents; Xfburn para gravar discos; calculadora, gerenciador de pacotes Synaptic e muito mais.




Baixa aqui o Lubuntu 12.04

Fonte: Baixaki







Linux Mint 13

Com Gnome 3 e a versão 3.0 do kernel Linux, acaba de ser lançada a nova versão do Linux Mint. A distro, uma espécie de Ubuntu mais elegante, é bastante famosa e foi notícia recentemente por ter sido indicada como uma das distribuições mais usadas pelo DistroWatch.

Sua nova versão traz novidades técnicas e está ainda mais distinta com os novos detalhes gráficos da terceira versão do Gnome. Contudo, para que ninguém que estava acostumado com o Gnome 2 encontre muitas dificuldades, o Linux Mint 12 está equipado com um novo Shell que promete aproximar a experiência de uso de ambas as versões.

Mint ainda melhor

Apelidado de “Lisa”, o Linux Mint conta com versões atualizadas de programas como Mozilla Firefox, Thunderbird, Totem e LibreOffice. Isso significa que esta distribuição está pronta para colocar você em contato com o mundo, bem como possui recursos suficientes para produção e reprodução de conteúdo multimídia e documentos.

Linux Mint

Ambiente familiar

Para quem não se adaptou ao Gnome 3, ou deseja fazer isso de forma mais gradual, os desenvolvedores do Linux Mint 12 apresentam uma novidade: o Mint Gnome Shell Extensions (MSGE). A ferramenta promete oferecer uma experiência bastante próxima ao que se tinha no Gnome 2, porém, na terceira versão do ambiente gráfico.

Além dissohttp://www.blogger.com/img/blank.gif, outra novidade nesse sentido é a presença do MATE Desktop Enviroment, um fork do Gnome 2.32 que pode ser instalado no Linux Mint e retoma bastante daquilo que foi “abandonado” pelo ambiente em sua última atualização. Enfim, como é de praxe em sistemas operacionais Gnu/Linux, opções é que não faltam.

Novo sistema de busca

Em vez do Google, o Linux Mint traz como sistema de busca padrão do Firefox o “desconhecido” DuckDuckGo. Este buscador promete oferecer recursos especializados para alguns sites, além de privacidade real e menos spam para quem opta por ele. Obviamente, é possível utilizar outros mecanismos na distro sem nenhum problema.



Baixa aqui o Linux Mint 13


Fonte: Baixaki








Ubuntu 12.04

Como já era de se esperar, a Canonical liberou a versão final do Ubuntu 12.04 no prazo estabelecido em seu calendário. Com o codinome Precise Pangolin, uma das distribuições Linux mais usadas dos últimos chega à sua 12ª edição, e traz algumas novidades bem interessantes.

A espera foi grande e as expectativas só aumentavam à medida que a empresa desenvolvedora liberava as versões de teste do Pangolin. Mas a “tortura” finalmente chegou ao fim. Você pode conferir todas as novas funcionalidades e ferramentas adicionadas nesta edição do sistema operacional.

Prometido e cumprido

Como apresentado nas versões Beta do Ubuntu, o Kernel do sistema ganhou um upgrade para a edição 3.2.0. Além disso, o Upstart também foi melhorado e agora está na variante de número 1.4. O Toolbrain não ficou de fora e teve, de fato, a sua tão merecida atualização. O LibreOffice agora é apresentado em sua edição de número 3.5.2.

No visual

De forma geral, a aparência do Ubuntu 12.04 não teve grandes mudanças. O problema de maximizar/minimizar as janelas que muitas pessoas vinham enfrentando foi solucionado à primeira vista. A integração do sistema com o Compiz também passou por algumas modificações e concertou diversos bugs reportados pela comunidade para os desenvolvedores.

O papel de parede aplicado na sua Área de trabalho agora é exibido também na tela de login. Uma funcionalidade relativamente simples, mas que deu um toque bem diferente para a janela de apresentação do Pangolin.

O filho pródigo

Quem sentiu falta do Rhythmbox já pode comemorar. O queridinho de muitas pessoas está de volta à lista de aplicações-padrão do Ubuntu. A Canonical decidiu deixar o Banshee de lado e retornar às suas origens. Alguns problemas enfrentados antes, como o fechamento repentino do aplicativo, foram corrigidos, deixando o player-padrão do sistema ainda mais estável.

Central mais rápida

A Central de aplicativos do Ubuntu foi motivo de algumas discussões quando o Ubuntu Oneiric Ocelot foi lançado. Muitas pessoas reclamavam da lentidão apresentada para que a janela do recurso se abrisse e o conteúdo fosse exibido.

Na edição Beta do Pangolin já era possível notar uma melhora significativa na velocidade de carregamento da central, mas é na versão final que as modificações ficam mais claras. O recurso para download e gerenciamento de aplicações está muito mais rápido, exibindo o seu conteúdo apenas alguns segundos depois de acionada.

Mais privacidade

Uma ferramenta de segurança bem interessante presente no Ubuntu 12.04 é a “Privacy”. Eventualmente, quando você utiliza um aplicativo ou abre um diretório, o sistema armazena as ações realizadas em uma espécie de log.

Com o Privacy, você pode escolher quais ferramentas serão imunes aos registros do Ubuntu. Por exemplo, se você quiser utilizar o player de música e não quer que as ações feitas dentro dele sejam armazenadas no log criado pelo SO, é só adicionar o Rhythmbox nas exceções do Privacy.

Dessa maneira, você consegue utilizar qualquer ferramenta presente em seu computador sem deixar nenhum rastro das ações executadas nelas.

Na instalação

O processo de instalação do Ubuntu 12.04 é o mesmo. O que mudou foi uma das telas apresentadas durante a execução da tarefa. Enquanto os arquivos são copiados e o sistema instalado, você pode acompanhar o que o mundo está falando a respeito do Ubuntu por meio de uma timeline do Twitter apresentada na parte mais à direita da janela.

A mensagem de diversos portais importante quando o assunto é Ubuntu aparecem nas atualizações, inclusive a própria Canonical. É uma maneira bem interessante de deixar você por dentro do que as pessoas estão falando sobre o sistema operacional enquanto a instalação do SO acontece.

Baixa aqui o Ubuntu 12.04


Fonte: Baixaki

Ubuntu Studio 12.04



Ubuntu Studio é uma distribuição Linux desenvolvida para profissionais da área de criação e edição multimedia, contendo diversos aplicativos desta área. Este sistema aproveita todas as vantagens do Ubuntu original, como acessibilidade e confiabilidade, acrescentado de seu ambiente multimedia.


Torne-se profissional em ferramentas multimedia


Apesar do foco desta distribuição ser profissionais da área, Ubuntu Studio também é bastante útil para usuários que desejam aprender a utilizar ferramentas de edição, como criação de áudio, montagem de DVD em capítulos, desenvolvimento de arte em editores de imagem, etc.

Desta maneira, com um único sistema instalado, um usuário comum, após um determinado tempo, pode se tornar conhecedor das tecnologias de edição existentes em Ubuntu Studio, e num futuro próximo, podendo trabalhar na área.

Ferramentas incluídas

Entre as ferramentas incluídas, podemos destacar:

Áudio: Ardour, Audacity, Hydrogen, JACK Audio Connection Kit, JAMin, LilyPond, Mixxx, MusE, Rosegarden, TiMidity++ ;

Imagem: GIMP ,Kino , Stopmotion ,VLC media player;

Vídeo: Agave, Blender , Enblend, FontForge, PiTiVi, Inkscape, Scribus, Synfig.

Baixa aqui o Ubuntu Studio 12.04


Fonte: Baixaki