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Como instalar programas ".bin" no linux - Instalação do Adobe Air no Linux

A instalação de programas no Linux não é como no Windows, que só apertamos Enter ou damos um duplo clique no arquivo que começa a instalação. Geralmente as distribuições Linux disponibilizam uma central de programas com diversos aplicativos, mas quando você não encontra, o jeito é ir atrás. Uma das extensões de aplicativos para Linux é a ".bin", ela não instala apertando Enter ou dando um duplo clique em seu arquivo. Temos que fazer tudo manualmente pelo terminal. Para este tutorial instalaremos o Adobe AIR, siga os seguintes passos: O Linux usado neste exemplo é no Ubuntu 9.10, o passo-a-passo a seguir serve para qualquer versão.
1) Baixe o Adobe AIR em: http://get.adobe.com/br/air/
2) Aperte como botão direito do mouse em cima do arquivo ".bin", clique na guia permissões e marque a opção "Permitir execução do arquivo como um programa", pois o abriremos com o terminal, e se esta opção estiver desmarcada teremos um erro lá na frente.
 
 
3) Abra o Terminal e execute o comando "sudo su" e digite a senha para você assumir a identidade de qualquer usuário no computador, para poder fazer a mudanças que quiser no sistema.
 
4) Ainda pelo Terminal execute o comando "cd diretório" para abrir o diretório onde você salvou o Adobe Air, eu o salvei na pasta "Downloads", portanto, o meu comando será o "cd Downloads".


5) Agora execute o comando "./arquivo.bin" para executar o ".bin" a ser instalado no computador. Após a sua execução do comando o Adobe Air abrirá o seu instalador para serem feitas as configurações. Você somente segue os passos da instalação, somente clicando em concordo e avançar.

Pronto, finalizamos a instalação do Adobe Air, lembre-se que esse passo-a-passo serve para qualquer arqueivo ".bin", usei o Adobe Air somente como um mero exemplo.

             

Como instalar o Driver Nvidia 331.49 no Ubuntu 12.04, 13.10, 14.04 e derivados

instalar o Driver Nvidia

Nvidia Driver 331.49 é um pequeno lançamento que traz algumas correções de bugs e suporte a mais duas GPUs: GeForce GT 710 e GeForce 825M.

Para mais detalhes, veja o changelog:

Conheça melhor o Driver Nvidia 331.49

Para saber mais sobre o Driver Nvidia 331.49, clique nesse link

Instalando o Driver Nvidia 331.49 no Ubuntu 12.04, 13.10, 14.04 e derivados

Depois, para instalar o Driver Nvidia 331.49 no Ubuntu 12.04, 13.10, 14.04 e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);

Passo 2. Verifique qual a arquitetura de seu sistema acessando as Configurações do Sistema e a opção “Detalhes” ou usando o comando abaixo:

uname -m
 
Passo 3. Se você estiver usando um sistema de 32 bits, baixe o instalador com o comando:

wget http://us.download.nvidia.com/XFree86/Linux-x86/331.49/NVIDIA-Linux-x86-331.49.run
 
Passo 4. Se você estiver usando um sistema de 64 bits, baixe o instalador com o comando:

wget http://us.download.nvidia.com/XFree86/Linux-x86_64/331.49/NVIDIA-Linux-x86_64-331.49.run
 
Passo 5. Se você estiver usando um sistema ARM de 32 bits, baixe o instalador com o comando:

wget http://us.download.nvidia.com/XFree86/Linux-x86-ARM/331.49/NVIDIA-Linux-armv7l-gnueabihf-331.49.run

Passo 6. Se houver um driver proprietário já instalado, remova ele com estes comandos:

sudo apt-get purge nvidia*
 
sudo apt-get install nvidia-319-updates-dev
 
Passo 7. Pressione as teclas Ctrl + Alt + F1 para mudar para o console de comando. Em seguida, entre com seu nome de usuário e senha e ao logar, pare a sessão gráfica atual com um dos comandos abaixo, de acordo com o gerenciador de login que estiver usando:

sudo service lightdm stop
 
sudo service gdm stop
 
sudo service mdm stop
 
Passo 8. Torne o instalador executável com o comando:

sudo chmod +x NVIDIA-Linux-*-331.49.run
 
Passo 9. Finalmente, inicie o instalador e siga as instruções dele:

sudo sh NVIDIA-Linux-*-331.49.run
 
Passo 10. Inicie a sessão gráfica com um dos comandos abaixo, de acordo com o gerenciador de login que estiver usando:

sudo service lightdm start
 
sudo service gdm start
 
sudo service mdm start
 
Passo 11. Você deve guardar o arquivo do instalador, pois se por algum motivo esse driver não funciona corretamente, refaça o sétimo passo e remova esse driver usando o comando abaixo:

sudo sh NVIDIA-Linux-*-331.49.run --uninstall
 
 
Via http://www.edivaldobrito.com.br/como-instalar-o-driver-nvidia-331-49-no-ubuntu/







Cuidados que se deve ter com o seu computador

A história dos vírus remonta ao final da década de 40. As primeiras teorias sobre programas auto-reproduzíveis foram desenvolvidas nessa época.Pouco mais de 30 anos depois, os primeiros vírus para computador foram identificados "à solta", "in the wild", como se diz em inglês. Talvez para surpresa de muitos usuários cotidianos de computadores, os vírus chamados de 1, 2 e 3 afetavam máquinas Apple II e eram disseminados por jogos pirateados. Outro nome dado ao primeiro desses vírus é Elk Cloner, que exibia um poema no monitor. No fim de 1983, o primeiro vírus experimental documentado começou a ser desenvolvido pelo engenheiro elétrico norte-americano Fred Cohen, para apresentação em um seminário sobre segurança da computação. O programa foi criado em um sistema Unix, e o termo biológico passou a ser usado para designar esse tipo de software. Até hoje, Cohen é considerado o"pai dos vírus de computador"

A Tecnologia de Informação mudou totalmente a vida das pessoas. Hoje quase tudo é informatizado. A cada semana ouve-se notícias de lançamentos de novas tecnologias que vão substituindo as atuais numa velocidade espetacular. Num ritmo mais acelerado, tecnologias da mesma área, vão se multiplicando a cada dia, e infelizmente não são desenvolvidas para auxiliar na melhoria das tecnologias atuais, pelo contrário, são ameaças suficientemente poderosas e com um notório poder de destruição, conhecidas como: vírus de computador.

Os vírus de computador podem ser inofensivos como uma simples brincadeira
de criança, como também podem ser o fim de todo um trabalho. Essas ameaças do mundo da informação eletrônica, são frutos de mentes doentias que se privilegiam de conhecimentos em linguagens de programação, e a partir delas, criam códigos que fazem de nossos vulneráveis computadores, verdadeiros bonecos de marionetes.

Mas esse alto conhecimento em programação já não é tanto assim um pré-requisito. Hoje existem programas e sites que criam vírus ao gosto do usuário. É preciso estar atento e preparado para identificar o inimigo e poder combatê-lo de forma eficaz.

Vírus de computador: o que é isso?

É um programa como outro qualquer, mas com um único diferencial: seu código é nocivo aos sistemas operacionais e respectivos aplicativos. Gerados como arquivos executáveis, têm como característica principal a possibilidade de auto replicação, ou seja, uma vez executado, ele passa a ficar ativo na memória do computador e é feita uma cópia de seu código para dentro da unidade de armazenamento (disco rígido, pen-drive e afins) onde serão rodadas suas instruções nocivas no sistema infectado. As finalidades desses programas nocivos não são outras senão a de alterar, corromper e ou destruir as informações acondicionadas em disquetes e discos rígidos de microcomputadores.

Histórico: a evolução do vírus de computador

1983 – O pesquisador Fred Cohen (doutorando de eng. elétrica da Universidade da Califórnia do Sul), entre suas análises, batizou os programas de códigos nocivos como “Vírus de Computador”.

1987 - Surge o Brain, o primeiro vírus de computador de que se tem notícia. Ele infecta o setor de boot de disquetes (na época de 360 Kb), e utiliza técnicas para passar despercebido pelo sistema. Stoned (primeiro vírus a infectar o registro mestre de boot, MBR) é liberado. Ele danifica o MBR da unidade de disco rígido, corrompendo ou até mesmo impedindo a inicialização do sistema operacional. Um dos primeiros vírus realmente devastadores para MS-DOS, o Jerusalém estava programado para deletar todos os arquivos de programas no disco-rígido do computador infectado em uma sexta-feira 13 – motivo pelo qual ganhou o apelido “Friday 13th” – em nome de “AL AH” (percebe a piadinha aí?). Uma vez que ele se espalhou por diversos países, universidades, instituições e companhias importantes, você deve imaginar o estrago que causou.



1988 – O primeiro software antivírus é oferecido por um programador da Indonésia. Depois de detectar o vírus Brain, ele o extrai do computador e imuniza o sistema contra outros ataques da mesma praga. O Internet Worm é liberado na ainda emergente Internet e atinge cerca de 6.000 computadores. Morris, o primeiro worm de internet foi resultado de uma pequena falha de código, que acidentalmente espalhou milhões de cópias de si mesmo para mais de 6 mil computadores pelo mundo – incluindo até mesmo alguns aparelhos da NASA. O vírus paralisou diversas redes, resultando em quase 100 milhões de dólares em prejuízos.

1989 – Aparece o Dark Avenger, que contamina programas rapidamente, mas o estrago subseqüente acontece devagar, permitindo que o vírus passe despercebido por muito tempo. A IBM fornece o primeiro antivírus comercial e é iniciada uma pesquisa intensiva contra as pragas eletrônicas. No início do ano, apenas 9% das empresas pesquisadas sofreram um ataque de vírus. No final do ano, esse número saltou para 63%.


1992 – Michelangelo, o primeiro vírus a causar agitação na mídia. É programado para sobregravar partes das unidades de disco rígido em 6 de março, dia do nascimento do artista da Renascença. As vendas de software antivírus disparam, embora apenas alguns casos de infecção real sejam reportados.

1994 – O autor de um vírus chamado Pathogen, na Inglaterra, é rastreado pela
Scotland Yard e condenado a 18 meses de prisão. É a primeira vez que o autor de um vírus é processado por disseminar código destruidor.

1995 – Surge o Concept, o primeiro vírus de macro. Escrito na linguagem Word Basic da Microsoft, pode ser executado em qualquer plataforma com Word - PC ou Macintosh. O Concept desencadeia uma explosão no número de vírus de macro, pois são muito fáceis de criar e se disseminar.

1998 - Chernobyl: Um dos vírus mais famosos da história, o Chernobyl causava estragos enormes e permanentes no PC infectado. Isso porque além de apagar os dados da máquina por completo, o software reescrevia a BIOS da máquina para poder se manter dentro do computador – assim, o programa voltava a infernizar você mesmo após formatar o sistema. Embora tenha contaminado poucos computadores nos Estados Unidos, provocou danos difundidos no exterior. A China sofre prejuízos de mais de US$ 291 milhões. Turquia e Coréia do Sul também foram duramente atingidas.

2000 – O vírus LoveLetter, liberado nas Filipinas, varre a Europa e os Estados Unidos em seis horas. Infecta cerca de 2,5 milhões a 3 milhões de máquinas, causando danos estimados em US$ 8,7 bilhões.

2001 – A “moda” são os códigos nocivos do tipo Worm (proliferam-se por páginas da Internet e principalmente por e-mail). São descobertos programas que criam vírus. Um deles é o VBSWorms Generator, que foi desenvolvido por um programador argentino de apenas 18 anos. O holandês Jan de Wint, 22 anos, é condenado a cumprir 150 horas de servicos por criar o vírus ana Kournikova. Os vírus SirCam, Nind e Code Red usam o recurso de propagação automática para congestionar sistemas de emails e tirar sites do ar!

2002 – David Smith, 34, ,é condenado a 20 meses de prisão e ao pagamento de uma multa de US$ 5.000 por criar o vírus Melissa.

2003 – O vírus Slammer consegue penetrar na rede principal da usina nuclear Davis Besse, nos EUA. Como a usina estava desativada nada acontece. O vírus Blaster se propaga pela internet em busca de computadores vulneráveis causando paralisação de trens em Washington e atrasos no aeroporto de Toronto!

2004 – 100 mil vírus conhecidos. O Sasser tirou o sono de muita gente: contaminava os usuários sem que eles precisassem fazer nada! Explorava falhas no win 2000 e XP. Uma batalha também foi travada pelas gangues do Netsky e do Bagle, que criaram tantas variantes que esgotaram o alfabeto. Outro que causou terror foi o Mydoon, que usa técnicas de engenharia social. Em uma hora contaminou 115 mil máquinas e causou muita lentidão na rede.

Como Instalar o Mega Sync 1.0.29 no Ubuntu, Linux Mint, ElementaryOS, Kaiana e derivados!

Como Instalar o Mega Sync 1.0.29 no Ubuntu, Linux Mint, ElementaryOS, Kaiana e derivados!

O MEGA é um serviço de armazenamento em nuvem que oferece 50 GB de espaço, permitindo que os usuários façam backups e compartilhamento. Este serviço de armazenamento é famoso por sua criptografia, os usuários são capazes de acessar via RSA chaves de 2048 bits.

Recentemente, um cliente MEGA oficial, chamado MEGA Sync foi liberado para Linux, permitindo que os arquivos e pastas que os usuários façam facilmente backup e sincronização, em diferentes computadores.

O Mega stá disponível para as versões mais recentes do Ubuntu e derivados, via PPA. Além disso, há o pacote nautilus-megasync que fornece integração de sincronização MEGA para Nautilus.

Tudo que você precisa fazer é adicionar a PPA para o seu sistema, atualize o índice de repositório local e instale os pacotes megasync e nautilus-megasync. 

Assim:

$ sudo add-apt-repository ppa:eugenesan/ppa 

$ sudo apt-get update 

$ sudo apt-get install nautilus-megasync megasync 

$ nautilus-q

Para os derivados do Ubuntu que não usam Nautilus como gerenciador de arquivos padrão, Nautilus deve ser instalado através dos repositórios padrão:

$ sudo apt-get install nautilus

Para remover megasync e nautilus-megasync, execute:

$ sudo apt-get remove megasync nautilus-megasync
 
 
 
 
 

Como Instalar MakeHuman 1.0.2 no Ubuntu, Linux Mint, Kaiana, ElementaryOS e Derivados

Como instalar MakeHuman 1.0.2 no Ubuntu, Linux Mint e Derivados

MakeHuman é uma ferramenta de código aberto para a criação de seres humanos virtuais com apenas alguns cliques, através de uma interface gráfica intuitiva e fácil de usar.

A última versão disponível é 1.0.2 MakeHuman, que foi lançado há um tempo atrás. 

Para obter informações sobre as alterações feitas para esta versão, consulte o changelog.


Para  instalar MakeHuman 1.0.2 você deve adicionar o repositório e a chave para o seu sistema, atualize o índice de repositório local e instale o pacote MakeHuman com os comandos abaixo:

$ Wget-q -O - http://archive.getdeb.net/getdeb-archive.key | sudo apt-key add - 

$ sudo sh-c 'echo "deb http://archive.getdeb.net/ubuntu fiel Aplicativos -getdeb ">> /etc/apt/sources.list.d/getdeb.list ' 

$ sudo apt-get update 

$ sudo apt-get install MakeHuman

Para remover MakeHuman, execute o seguinte:

$ sudo apt-get remove MakeHuman




Slackware Linux 14.1

A distribuição Slackware Linux é uma das mais conhecidas e respeitadas distribuições Linux existentes. A grande prova disso são as inúmeras distribuições que já foram criadas com base no Slackware (como por exemplo a Slax Linux), as quais totalizam mais de sessenta!

A grande fama dessa distribuição deve-se ao fato de que, diferentemente de distribuições que tornaram-se bastante famosas nos últimos anos por oferecerem facilidades ao usuário (tais como Ubuntu, OpenSuse), o Slackware procura oferecer o mínimo de facilidades possível.
Logo do Slackware

O desenvolvedor da distribuição, Patrick Volkerding, tem como objetivo manter o Slackware fiel aos padrões do UNIX, de modo que não existam ferramentas que escondam do usuário o modo como o sistema realmente funciona, o que faz com que muita coisa tenha de ser feita “na unha”.

Isso já pode ser percebido logo após a instalação da distribuição, pois assim que você inicia o sistema pela primeira vez, você percebe que ele está em modo texto. Para ativar o modo gráfico, você deve digitar “startx”, e se quiser que o modo gráfico seja inicializado automaticamente, deverá fazer alterações no arquivo inittab, localizado em /etc/. Com esse exemplo você já percebe que utilizar o Slackware pode não ser tão fácil assim para iniciantes.

Entretanto, se o usuário souber como “domar” essa distribuição, de modo que consiga configurá-la em sua máquina, perceberá que o Slackware apresenta grande estabilidade, o que também contribuiu para a fama e o respeito dessa distribuição.

Programas e Recursos

Apesar de tudo isso, o Slackware não pode ser considera uma distribuição “enxuta”, com poucos programas e recursos a oferecer. Em sua última versão, Slackware 13, ele apresenta recursos como os gerenciadores de ambiente gráfico KDE 4.2.4 e Xfce version 4.6.1, suporte a partições ext4, pacotes de instalação próprio (.TXZ, a partir desta última versão), dentre outros.


Interface Gráfica do Slackware

Devido ao KDE 4, a interface gráfica do Slackware está muito bonita e atraente, como pode ser observada nas imagens, disponibilizando de forma nativa alguns efeitos gráficos, como por exemplo o famoso Cube Desktop.

Quanto aos programas encontrados na distribuição, você encontrará uma série dos mais conhecidos e utilizados no Linux, tais como o navegador Firefox, o mensageiro multi-protocolo Pidgin, o reprodutor de músicas Amarok, o reprodutor de vídeos Mplayer, além de muitos outros programas.

Assim como toda distribuição Linux respeitada, o Slackware possui uma grande comunidade de usuários, com vários fóruns e sites, pelos quais é possível encontrar dicas e tirar dúvidas.

Leia mais em: baixaki









Fedora 20

Depois de diversos atrasos devido a correções não programadas, a versão final do Fedora 17 finalmente foi liberada para a comunidade. A distro traz diversas alterações, principalmente no que diz respeito ao sistema de arquivo ext4 e ao gerenciamento de impressão.

O Fedora 17 suporta os dois ambientes gráficos mais utilizados no Linux: Gnome e KDE. No link acima é possível fazer o download da imagem ISO com o Gnome como visual-padrão. Para baixar a versão com o KDE, clique no botão abaixo.

Na página oficial da distribuição também é possível baixar o Fedora baseado no LXDE e no Xfce, além das versões de 64 bits. Acesse e confira!

O que vem de novo

O Fedora 17 traz dezenas de melhorias, mas algumas merecem destaque especial. Para começar, o sistema de impressão do sistema foi reformulado e agora permite a visualização de várias opções, inclusive o nível de tinta dos cartuchos do dispositivo. A tarefa de impressão em si também está mais rápida, e o gerenciamento da fila, mais eficiente.

GNOME 3 sem aceleração 3D

Além disso, o Fedora agora possui suporta para sistemas de arquivos ext4 com mais de 16 TB de capacidade. Uma bela novidade para quem gosta de utilizar esse sistema nas partições do Linux.
O suporte a tablets e demais dispositivos do gênero também melhorado. O sistema operacional reconhece mais aparelhos automaticamente e permite maior interação com os dispositivos móveis.
SysV, o gerenciador-padrão de serviços e sistema do Fedora, foi totalmente substituído pelo systemd. A ideia é melhorar a capacidade de processamento paralelo do sistema.
No que diz respeito às aplicações, a lista de novidades não é muito grande. Confira abaixo.
  • GIMP 2.8
  • GNOME 3.4
  • KDE 4.8
  • PHP 5.4

Como tudo começou

O Projeto Fedora foi criado em 2003, logo após o anúncio feito pela Red Hat sobre a descontinuação de um de seus sistemas mais famosos, o Red Hat Linux. Desde então, o desenvolvimento da distro foi continuado pelo projeto, que conta com voluntários espalhados pelo mundo todo e apoio da própria Red Hat.

GNOME 3 no Fedora 14 Beta

Uma das maiores vantagens no uso do Fedora é que ele é um software livre e gratuito. Isso significa que você pode utilizá-lo, repassar para outros usuários e até mesmo auxiliar a equipe de desenvolvimento a melhorar o sistema, com sugestões, testando em busca de bugs e com a criação e adaptação de novas funções, por exemplo.

Softwares

Ao instalar o Fedora, você conta com o que há de melhor no mundo de softwares para se conectar com o mundo, trabalhar, estudar, jogar e o que mais for possível se fazer em frente a um computador. Dos aplicativos instalados no Fedora, destacam-se:
• Mozilla Firefox
• Nautilus
• Brasero
• Transmission
• Empathy
• Evolution
• Totem
• Rhythmbox
• Shotwell
• GIMP
• Inkscape
• MyPaint
• PiTiVi
• Audacity

Jogos

Alien Arena, um dos destaques do Fedora 15

Quem disse que o Linux não tem jogos? Se depender do Fedora 16, diversão é o que não faltará para os usuários. São pelo menos nove games que vão desde tiros em primeira pessoa (FPS) até corridas de kart disputadas por Tux e sua turma.  Os títulos Alien Arena, Colossus Arena, F.L.A.W., Freeciv, FreeCol, FreeDink, gbrainy, supertuxkart e zaz, lançado para a versão anterior da distro, funcionam sem problemas no novo ambiente.

Leia mais em: baixaki


Fedora 20 Desktop Edition

Padrão do Fedora
Edição para PC de 32 bits
scr-shot_desk O padrão do Fedora baseado no GNOME
  • Página de spins do Fedora
  • Website GNOME.org
32 bits
Baixe agora!
Imagem ISO de 922MB
64 bits
Baixe agora!
Imagem ISO de 953MB

Fedora 20 KDE Spin

Edição para PC de 32 bits
scr-shot_kde O Fedora baseado no KDE
  • Página da spin do Fedora KDE
  • Website KDE.org
32 bits
Baixe agora!
Imagem ISO de 896MB
64 bits
Baixe agora!
Imagem ISO de 928MB

Fedora 20 LXDE Spin

Edição para PC de 32 bits
scr-shot_lxde O Fedora baseado no LXDE
  • Página da spin do Fedora LXDE
  • Website LXDE.org
32 bits
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64 bits
Baixe agora!
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Fedora 20 Xfce Spin

Edição para PC de 32 bits
scr-shot_xfce Desktop Fedora baseado no Xfce.
  • Página do Spin Xfce do Fedora
  • site Xfce.org
32 bits
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Imagem ISO de 614MB
64 bits
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Spin Fedora 20 MATE-Compiz

Edição para PC de 32 bits
scr-shot_mate Fedora Desktop baseado no MATE-Compiz
  • Página do Spin Fedora MATE-Compiz
  • Site mate-desktop.org
32 bits
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64 bits
Baixe agora!
Imagem ISO de 750MB

Fedora 20 SoaS Spin

Edição para PC de 32 bits
scr-shot_soas Desktop Fedora baseado em SoaS.
  • Página do spin Fedora SoaS >
  • Website do Sugarlabs >
32 bits
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64 bits
Baixe agora!
Imagem ISO de 668MB









OpenSuse 13

OpenSuse é uma distribuição Linux classificada como de propósito geral, recomendada tanto para usuários iniciantes assim como para avançados também. Esta distribuição é desenvolvida pela Novell, empresa que também mantém uma versão paga deste sistema, o SUSE Linux Profissional.

Visual da distribuição


Do ponto de vista da parte visual, o OpenSuse possui por padrão vários ambientes gráficos instalados no sistema, entre eles, o KDE e o Gnome, que por sua vez, são muito utilizados no mundo Linux. Além disso, os efeitos 3D gráficos providos pelo aplicativo Compiz Fusion podem ser utilizados sem dificuldades nestes ambientes.

Sistema de propósito geral

OpenSuse é conhecida como uma distribuição de propósito geral, ou seja, destinado a qualquer tipo de usuário. Por exemplo, para quem é fã de aplicativos gráficos e multimedia, existem por padrão vários programas de edição de imagens e players de áudio e vídeo.


Assista seus vídeos.


Por outro lado, usuários acostumados com o modo texto e programação em Linux, OpenSuse oferece vários interpretador de comandos, assim como compiladores das principais linguagens existentes.

Download e Instalação


Existem várias métodos para instalar o OpenSuse em seu computador, sendo que, entre eles, os principais são via DVD e CD.
O método via DVD é o mais completo, visto que os principais ambientes gráficos vêm instalados por padrão no sistema. Além disso, muitos aplicativos estão disponíveis na própria mídia, sem a necessidade de download da Internet.


Bem-Vindo.

No caso do CD, é possível testar esta distribuição antes de instalá-la no computador. Entretanto, é obrigatório escolher um ambiente gráfico entre o KDE e o Gnome. Utilizando este método, os pacotes adicionais não estão disponíveis no CD.

Para transformar o idioma para português, é necessário baixar o CD de linguagens e inserí-lo no drive com o OpenSuse instalado e rodando na máquina.

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Xubuntu 14.04.1

Xubuntu é uma distribuição Linux fortemente baseada no Ubuntu, quepossuiu o XFCE como ambiente gráfico padrão ao invés do Gnome. Estesistema mantém todas as vantagens presentes no Ubuntu padrão, masacrescenta toda a simplicidade e leveza do XFCE.

Diferenças entre o Xubuntu e o Ubuntu

O Ubuntu sempre foi conhecido por ser uma das distribuições mais completas do mercado, possuindo uma quantidade considerável deferramentas para iniciantes em Linux, mas ao mesmo tempo sendo bastanteconfigurável para usuários avançados.

Basicamente, o Xubuntu mantém todas essas boas características do Ubuntu original, mas ao mesmo tempo, é mais leve que a versão original, designado principalmente para computares que possuem hardwares mais modestos. Não que o Gnome seja pesado, entretanto, é possível notar que o XFCE ainda é mais leve e rápido.

Interface do Xubuntu

Os ambientes gráficos Gnome e Xfce foram desenvolvidos sobre a mesma biblioteca base, GTK,o  que permite que vários aplicativos que funcionam em um deles funcione no outro também, como o Gimp por exemplo. Isso permite que os mesmos programas queestão presente no Ubuntu também estejam no Xubuntu.

Logo, o Xubuntu érecomendado para usuários que utilizam e aprovam o Ubuntu, mas que possuem o XFCE como ambiente gráfico preferido ou cuja máquina já está um pouco ultrapassada.

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Ubuntu Studio 14.04.1

Ubuntu Studio é uma distribuição Linux desenvolvida para profissionais da área de criação e edição  multimedia, contendo diversos aplicativos desta área. Este sistema aproveita todas as vantagens do Ubuntu original, como acessibilidade e confiabilidade, acrescentado de seu ambiente multimedia.

Torne-se profissional em ferramentas multimedia


Apesar do foco desta distribuição ser profissionais da área, Ubuntu Studio também é bastante útil para usuários que desejam aprender a utilizar ferramentas de edição, como criação de áudio, montagem de DVD em capítulos, desenvolvimento de arte em editores de imagem, etc.

Desta maneira, com um único sistema instalado, um usuário comum, após um determinado tempo, pode se tornar conhecedor das tecnologias de edição existentes em Ubuntu Studio, e num futuro próximo, podendo trabalhar na área.

Ferramentas incluídas

Entre as ferramentas incluídas, podemos destacar:

  • Áudio: Ardour, Audacity, Hydrogen, JACK Audio Connection Kit, JAMin, LilyPond, Mixxx, MusE, Rosegarden, TiMidity++ ;
  • Imagem: GIMP ,Kino , Stopmotion ,VLC media player;
  • Vídeo: Agave, Blender , Enblend, FontForge, PiTiVi, Inkscape, Scribus, Synfig.

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PCLinuxOS 2014.08

PCLinuxOS é uma distribuição GNU/Linux do tipo LiveCD, assim como as distribuições Ubuntu/Kubuntu, Kurumin e Knoppix, de modo que é possível utilizar o sistema operacional sem a necessidade de instalá-lo em seu computador ou modificar quaisquer informações contidas no disco rígido de seu micro.

A distribuição é baseada no Mandrake (atualmente chama-se Mandriva, após esta ter se fundido com a brasileira Conectiva). O principal ambiente gráfico do PCLinuxOS é o KDE versão 3.5.10 (a versão do KDE4 estará disponível para instalação através dos repositórios assim que for considerada estável o suficiente, segundo os desenvolvedores), porém também existe uma versão com o Gnome, a qual pode ser obtida a partir deste link.

Ela conta com inúmeros aplicativos que podem ser utilizados mesmo sem instalar o sistema, como por exemplo a suíte de aplicativos para escritório OpenOffice, Java JRE, o navegador Firefox, Flash, o gerenciador de e-mails Thunderbird, o gerenciador de torrents Ktorrent, Frostwire, reprodutor de músicas Amarok, Compiz-Fusion, além de muitos outros. E tudo isso em apenas um CD.

A distro possui grande suporte a arquivos multimídia, de modo que arquivos MP3 ou vídeos no formato WMV irão rodar sem a necessidade de instalar plugins ou codecs para tanto. Outro ponto positivo é que a distribuição utiliza o gerenciador de pacotes Synaptic, o mesmo utilizado no Ubuntu, o que faz com que a instalação de novos programas possa ser mais rápida e prática.
Como deixar o PCLinuxOS em Português
Apesar da distribuição aparentar não possuir suporte ao nosso idioma, ela dispõe sim desse recurso. Para deixá-la em português, basta seguir os passos abaixo:

Abra o arquivo sources.list localizado na pasta /etc/sources/ com um editor de textos qualquer. Você verá que alguma linhas começam com “#”, delete estes símbolos dos inícios das linhas e salve o arquivo.

Em um terminal qualquer (como por exemplo o Konsole), digite o comando “apt-get update”. Em seguida, abra o Synaptic (o que pode ser feito digitando “synaptic” no próprio terminal). Clique no botão “Search” para fazer uma busca, e procure por “kde-i18n-pt_BR” (sem aspas). Após encontrá-lo, marque-o para instalação clicando sobre o nome do programa com o botão direito e em seguida em “Mark for Installation”. Faça o mesmo com o pacote “Drakconf”.

Em seguida, entre no KDE Control Center (localizado no menu PC>Configuration) e acesse Accessibility > Region & Language > Add Language. Selecione então o idioma Protuguês do Brasil e reinicie seu computador.
procedimentos de Instalação
Baixe o arquivo ISO e grave-o em um CD virgem. Você pode fazer isso utilizando programas como o Brasero  ou o K3B.
Após isso, reinicie seu computador com o CD com a ISO já gravada e acesse o sistema do  PCLinuxOS. Na área de trabalho, localize o ícone “Install PCLinuxOS” e abra-o para dar início à instalação.

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Linux (completo)

"Aprenda tudo sobre a plataforma Linux"

Esta apostila é sensacional, fala desde a história do sistema, distribuições, instalação, compilar o kernel, gerenciamento de pacotes. Depois de ler você pode ser considerar um expert na área.
Linux Completo
  • História Do Linux
  • O Que É Uma Distribuição
  • O Pc Mínimo Para Linux
  • Iniciando A Instalação
  • Dicas Sobre Instalação
  • Compilando O Kernel Do Linux
  • Gerenciamento De Pacotes Com Rpm
  • Configuração Do Sistema Com O Painel De Controle
  • Configuração Do Sistema Com O Linuxconf
  • Cd-roms, Disquetes, Discos Rígidos E Sistemas De Arquivos - Uma Visão Geral
  • Configuração De Rede - Conectando-se Ao Mundo
  • O Que É Um Comando Linux?
  • Processadores De Textos Sob Linux
  • Entendendo O Shell
  • Dicas Sobre Modo Texto
  • Administração De Sistema Geral
  • Dicas Sobre O Sistema
  • Dicas Sobre Mensagens De Erro
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220 páginas.


10 Distribuições Linux, uma para cada tipo de usuário

para algumas das 10 distribuições Linux mais conhecidas.

LINUX-10

Debian


O Debian além de legal é um sistema extremamente estável, tornando-se ideal para servidores. Seu público-alvo não são os usuários novatos, mas sim os usuários mais avançados e administradores de sistemas. Por ser um S.O extremamente estável e confiável foi o inspirador para o desenvolvimento de várias outras distribuições (por exemplo, Ubuntu, Kali, etc). O Debian é a mãe de uma série de distribuições Linux e possuindo mais de 37.500 pacotes. Seu diferencial foi ser o pioneiro na utilização dos maravilhoso apt/aptitude para instalar e atualizar softwares e aplicações com facilidade. Por ser um sistema totalmente livre o Debian conta com alguns métodos diferenciados de outras distros, por exemplo o Iceweasel que é um browser para a Internet de código aberto. O Iceweasel é idêntico ao Mozilla Firefox e para seguir a ideologia do projeto Debian, o navegador Mozilla Firefox não pode ser distribuído juntamente com a distro Debian. O motivo é que o navegador Mozilla Firefox e seu ícone da raposa são marcas registradas e  patenteadas pela Fundação Mozilla, uma vez que todo o conteúdo distribuído juntamente com o Debian deve ser totalmente livre, por isso existe o Iceweasel que na verdade é o próprio Firefox mas com outro nome e logomarca.


Debian10

Site: Debian Linux

Gentoo

O Gentoo não é somente uma distribuição Linux e sim uma "metadistribuição" devido a sua flexibilidade de adaptação. O Gentoo Linux pode ser utilizado como servidor, como estação de trabalho, um sistema desktop, um sistema de jogos, um sistema embarcado ou qualquer outra utilização que o usuário necessite. Seu maior diferencial são seus pacotes que não são pré-compilados, ou seja, todo e qualquer programa precisa ser compilado no sistema.

Até mesmo os usuários avançados da comunidade do Gentoo expressam as vezes os seus raros momentos de apuros para instalá-lo ou configurá-lo, no entanto o Gentoo Linux é considerado o sistema perfeito para quem deseja conhecer e aprender a fundo o funcionamento interno de um sistema operacional Linux. O Público alvo do  Gentoo são os usuários avançados que já sabem qual caminho seguir no mundo Linux.



Gentoo

Site: Gentoo Linux

Ubuntu

Ubuntu tornou-se a distro Linux mais conhecida nos últimos anos. Derivado do Debian este é o sistema operacional livre mais popular e um dos mais indicados para os iniciantes. Com sua popularidade e aceitação o Ubuntu Linux agregou novas tecnologias com o tempo, por exemplo a computação em nuvem e a possibilidade de ser utilizado em dispositivos móveis. Sendo um derivado do Debian GNU/Linux a maioria de seus processos e aparência permanecem fiéis ao Debian, assim como o gerenciamento de pacotes apt/aptitude. O Ubunto é altamente recomendado para aqueles que na vida nunca utilizaram um sistema Linux.


Ubuntu

Site: Ubuntu Linux

Damn Vulnerable Linux (DVL)

Talvez você nunca tenha ouvido falar da distribuição Damn Vulnerable Linux – traduzindo ao pé da letra seu nome significa mais ou menos algo como "Maldito Linux Vulnerável".


Claro que a maioria de vocês nunca ouviram falar de uma distro com este nome, e ainda perguntam o que ela está fazendo neste artigo? O que há de tão importante nela que denigre a imagem do Linux?

O Damn Vulnerable Linux ou Maldito Linux Vulnerável realmente faz jus ao nome que leva.


Sim! O Vulnerable Linux (DVL)
é uma bostaé tudo o que uma boa distribuição Linux não é. Ele vem empacotado intencionalmente com softwares quebrados, mal-configurados, desatualizados e com diversas falhas exploráveis ​​que o torna um sistema Linux vulnerável a ataques de todos os lados.



Damn-Vulnerable-Linux

Pode parecer irônico, mas seu objetivo é formar ótimos Administradores Linux. Qual é o melhor método para resolver problemas com pacotes desatualizados, problemas com Apache, MySQL corrompido, links PHP quebrados, FTP e SSH liberados p/ root, drivers problemáticos e tudo aquilo
que fodede ruim que pode acontecer na vida de um administrador Linux?

Seu público alvo são os administradores Linux em formação, pois utilizando o Damn Vulnerable Linux (DVL) como um laboratório de treinamento, ele torna-se a distribuição Linux perfeita para quem deseja torna-se um ótimo profissional.

A idéia é pegar uma distro
fudidaextremamente instável e tentar consertá-la, transformando em uma distro Linux segura, estável e livre de erros. – ou será que você pretende aprender a resolver um novo problema somente quando o seu servidor em produção parar?



Red Hat Enterprise Linux

O RHEL foi a primeira distro Linux direcionada somente ao mercado comercial. Foi lançada em várias versões para uma série de arquiteturas de processadores. A Red Hat abre possibilidades para ps administradores Linux de sua distro comercial, tirarem certificação por meio de cursos como o RHCSA/RHCE. A distro Red Hat fornece aplicações muito, muito estáveis e atualizadas para aqueles que adquirem um dos diversos planos de suporte da empresa. Utiliza o YUM para gerenciamento de pacotes.


RedHat-Enterprise-Linux

Acredita-se que o nome Red Hat foi escolhido por seu criador Marc Ewin, que na época havia perdido um lindo chapéu vermelho, presente de aniversário dado por seu avô.


CentOS
CentOS também é uma distro "Enterprise Linux" ou seja, seu foco também são as empresas só que direcionado à comunidade livre. Seu diferencial é que a mesma foi reconstruida utilizando blocos de códigos livres vindos do Red Hat Enterprise Linux. A diferença entre o CentOS e RHEL é a remoção do logotipo da empresa Red Hat e uma ligeira mudança em pacotes binários. Aqueles que querem um gostinho do Red Hat Enterprise Linux sem pagar uma quantia considerável de dinheiro, devem dar uma oportunidade ao CentOS. Além disso o CentOS parece idêntico ao próprio RHEL e também utiliza o YUM para gerenciamento de pacotes.



CentOS


Site: CentOS

Fedora


O pequeno Fedora é a distro Linux para aqueles que querem provar as novidades da tecnologia de ponta antes de todos. Na verdade o Fedora é quase uma plataforma de testes da Red Hat e tem uma forte contribuição da comunidade. Novidades, avanços e atualizações primeiramente são disponibilizadas através do Fedora até que se tornem estáveis, para posteriormente seguir para o RHEL e CentOS.

O Fedora é uma distro Linux muito boa, possui grandes usuários no mundo todo e uma gama enorme de pacotes em seus repositórios. O Fedora também utiliza YUM para gerenciamento de pacotes.



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Site: Fedora

Kali Linux
Kali Linux é uma outra distro derivada do Debian. O Kali é destinado para testes de penetração em avaliar a segurança de um sistema de computador ou de uma rede, simulando assim um ataque de uma fonte maliciosa. É uma distribuição Linux extremamente nova, não possui nem 2 meses desde sua data de lançamento. É o sucessor do finado Backtrack. Todos os pacotes binários destinados ao Debian podem ser instalados no Kali Linux sem problema algum. Além disso, os usuários do Debian recomendam fortemente a utilização do Kali Linux, pois junto com esta nova distro vem uma série de ferramentas para testes de penetração  (Wifi, banco de dados etc.) e muitos outros recursos exclusivos para a segurança da informação. Utiliza o apt/aptitude para gerenciamento de pacotes sendo o  sistema ideal para testar toda e qualquer segurança dentro ou fora de uma rede.



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Site: Kali Linux

Arch Linux
Arch Linux é uma distribuição Linux independente, minimalista, versátil e otimizada para processadores i686 Pentium Pro, II, etc. e alguns AMD compatíveis. Um de seus diferenciais é ser um Linux do tipo rolling release, ou seja, todo o sistema é atualizado continuamente, o que significa que você terá acesso às novas versões da distro simplesmente mantendo o sistema atualizado através do Pacman, o seu gerenciador de pacotes. O Arch Linux é super configurável e instalável a partir de um CD ou USB. – com ela os usuários  podem criar facilmente seus próprios pacotes compatíveis com o Package manager ou Pacman que usufrui de ferramentas como o "Arch Build System", sistema que faz dela a distribuição Linux preferidas dos geeks e curiosos.



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Site: Arch Linux

OpenSuse

OpenSuse é uma ótima distro Linux nascida na Alemanha, mas por diversos motivos de um mundo capitalista tornou-se Americana.

O OpenSuse é uma distro Linux totalmente livre. Caso você queira utilizá-la em ambientes corporativos ou comerciais existem também as suas distribuições variantes para este nicho, como o SLES (Suse Linux Entreprise Server) e SLED (Suse Linux Entreprise Desktop).

Assim como o RedHat  possui suas distribuições com foco para empresas e a comunidade, o SuSE Linux é tratato de forma semelhante pela… (ainda Novell?). Na teoria o verdadeiro concorrente amigável do OpenSUSE é o Fedora+CentOS, da versão SLES é o RHEL. Infelizmente não há uma distro SuSE específica para servidores apoiada pela comunidade como no caso do CentOS.



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Voltando a falar do OpenSuse, ele utiliza o fenomenal gerenciador de pacotes Yast, que torna fácil gerenciar os aplicativos no sistema. Além disso caso você queira utilizar o OpenSuSe como servidor o Yast irá ajudá-lo de uma forma que você não irá acreditar. – podemos configurar um servidor de correios, LDAP, servidor de arquivos com samba, servidor Web e muito mais sem qualquer problema indevido ou confusão. Ele vem com um sistema snapper o que torna possível realizar um roll-back ou usar a versão mais antiga de algum arquivo, atualização ou configuração. Além do Yast o OpenSuse também utiliza um outro gerenciador de pacotes muito bom para quem adora utilizar o terminal, o zypper. – muito semelhante ao apt-get /aptitude das distros "debianas".


O OpenSUSE Linux está cada vez mais famoso entre os admins por causa da disponibilidade do Yast e qualquer outra aplicação que automatiza a tarefa dos administradores de sistema. – este é o recurso
que te deixa preguiçosoque facilita o gerenciamento rápido de tarefas simples que algumas distros ainda não possuem.


Site: OpenSuse