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Como instalar o ambiente MATE 1.8 no Ubuntu 14.10, 14.04 e seus derivados

Quer experimentar a nova versão 1.8 do ambiente gráfico MATE? Então veja aqui como instalar no Ubuntu 14.10, 14.04 e seus derivados.

mate-desktop-1.8-ubuntu


A versão 1.8 do MATE foi lançada cerca de 3 semanas atrás, trazendo várias melhorias e novas funcionalidades, como o suporte para o Metacity como gerenciador de janelas, assim como muitas correções de bugs e muito mais.


MATE é um fork do GNOME 2, ele fornece um ambiente de trabalho intuitivo e atraente, usando metáforas tradicionais para outros sistemas operacionais Unix e Linux. Ele permite que você use a antiga interface e aplicativos do GNOME 2, mas também permite que você use novas aplicações. Você pode, por exemplo, usar o Nautilus 3 com ele e assim por diante. Além disso, MATE pode ser instalado em paralelo com o GNOME 3, algo que não era possível com o GNOME 2.

Conheça melhor o ambiente MATE

Para saber mais sobre o programa, clique nesse link.

Veja como instalar o ambiente MATE 1.8 no Ubuntu 14.04, 13.10 e seus derivados

Pelo menos até o momento em que este artigo foi escrito, a página wiki oficial do MATE desktop ainda não oferece as instruções de instalação do Ubuntu para a versão 1.8 (as instruções são para MATE 1.6 – porque MATE 1.8 utiliza um repositório Ubuntu diferente), então, para instalar o ambiente MATE 1.8 no Ubuntu 14.04, 13.10 e seus derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;

Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa usando o comando abaixo:

sudo sh -c 'echo "deb http://repo.mate-desktop.org/archive/1.8/ubuntu $(lsb_release -cs) main" >> /etc/apt/sources.list.d/mate-desktop.list'

Passo 3. Baixe e importe as chaves do repositório do programa com o seguinte comando:

wget -qO - http://mirror1.mate-desktop.org/debian/mate-archive-keyring.gpg | sudo apt-key add -

Passo 4. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 5. Agora instale o programa com o comando:

sudo apt-get install mate-core mate-desktop-environment mate-notification-daemon

Uma vez que a instalação estiver concluída, saia da sua sessão atual do Ubuntu. A partir daqui, clique no ícone que no canto superior direito da tela de login Ubuntu. Você será apresentado a uma tela com todas as opções de ambientes de desktop atualmente instalados. A mais recente adição a esta lista será o MATE. Clicar nesta opção, e selecione “OK” para ser solicitado suas credenciais de login. Quando conectado, você estará de volta ao Ubuntu que estava acostumado.

Como remover o ambiente MATE 1.8 do Ubuntu

Quando quiser remover completamente MATE e todos os pacotes instalados a partir de seu repositório, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;

Passo 2. Desinstale o programa usando o comando abaixo:

sudo apt-get remove atril atril-common caja caja-common engrampa engrampa-common eom eom-common gir1.2-mate-panel libatril libcaja-extension1 libmarco-private0 libmate-desktop-2-17 libmate-menu2 libmate-panel-applet4-1 libmatekbd-common libmatekbd4 libmateweather-common libmateweather1 marco marco-common mate-applets mate-applets-common mate-backgrounds mate-calc mate-calc-common mate-control-center mate-core mate-desktop mate-desktop-common mate-desktop-environment mate-dialogs mate-dialogs-common mate-icon-theme mate-media mate-media-common mate-media-gstreamer mate-menus mate-notification-daemon mate-panel mate-panel-common mate-polkit mate-polkit-common mate-power-manager mate-power-manager-common mate-screensaver mate-screensaver-common mate-session-manager mate-settings-daemon mate-settings-daemon-common mate-settings-daemon-gstreamer mate-system-monitor mate-terminal mate-terminal-common mate-themes mate-utils mate-utils-common pluma pluma-common

Passo 3. Para remover também o repositório MATE 1.8, use o comando a seguir:

sudo rm /etc/apt/sources.list.d/mate-desktop.list

Este post é melhor visualizado acessando direto da fonte. Para isso, clique no link a seguir:
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Um guia completo sobre as principais distribuições Linux



Tanto para usuários iniciantes quanto para usuários mais avançados, este guia é muito útil para resumir as características fundamentais das principais distribuições Linux existentes; oferecendo um material completo sobre cada uma delas.





O Arch Linux é considerada para usuários mais avançados, por conta de sua filosofia de desenvolvimento. Ou seja, o Arch Linux é simples, flexível e considerada UNIX-like; definindo simplicidade como oferecer um ambiente sem complementos adicionais que permite ao usuário mudar o sistema de acordo com suas necessidades.

Ela é uma distribuição fundada por Judd Vinet, em meados de 2002, e é otimizada para processadores i686/x86-64.

Arch é uma distribuição rolling release, ou seja, o sistema é atualizado continuamente. Você obterá acesso às novas versões simplesmente mantendo o sistema atualizado através do gerenciador de pacotes. Utiliza o Pacman (Package manager - gerenciador de pacotes) que torna fácil a tarefa dos usuários personalizarem o sistema.

O número de fiéis usuários tem crescido devido as suas inúmeras qualidades e sua filosofia de desenvolvimento.

  • Gerenciador de Pacotes: Pacman (Package manager - gerenciador de pacotes)
  • Ambientes Desktop: Blackbox, Fluxbox, GNOME, IceWM, KDE, LXDE, Openbox, WMaker, Xfce
  • Alternativas baseadas no ArchLinux: ArchBang Linux e Chakra
  • Baseado em: Independente

Site Oficial: http://www.archlinux.org/
Download: http://www.archlinux.org/download/
Comparativo do Arch Linux com outras Distribuições

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O CentOS é uma distribuição Linux Enterprise derivada de códigos fonte gratuitamente distribuídos pela Red Hat Enterprise Linux (RHEL) e mantida pelo CentOS Project, proporcionando um grande acesso aos softwares padrão da indústria, incluindo total compatibilidade com os pacotes de softwares preparados especificamente para os sistemas da RHEL. Isso lhe dá o mesmo nível de segurança e suporte, por conta dos updates, que outras soluções Linux Enterprise, porém sem custo.

Como o RHEL, CentOS tem suporte de no mínimo 5 anos de atualizações de segurança. Devido estas características empresariais, o CentOS é muito utilizado em ambientes de servidores Linux - em empresas de médio a grande porte.

Em resumo, mesmo tendo disponível ambiente Desktop em sua lista de downloads; o CentOS é mais recomendado para ambientes servidores.


Site Oficial: http://www.centos.org/
Download: http://www.centos.org/modules/tinycontent/index.php?id=13


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Debian é uma das distribuições Linux mais antigas e populares. A primeira vez anunciada, foi em 1993 por Ian Murdock. Ele começou como um grupo pequeno de desenvolvedores de Software Livre e cresceu gradualmente para se tornar uma comunidade grande e bem organizada de desenvolvedores e usuários.

Sua popularidade se deu devido a alguns números: vem com mais de 37.500 pacotes (softwares pré-compilados e empacotados em um formato amigável, o que faz com que sejam de fácil instalação em sua máquina) e deu base para mais de 100 novas distribuições Linux (como o Ubuntu).

Sua versão estável é exaustivamente testada, o que o torna ideal para servidor (segurança e estabilidade). Além dessa versão, existem versões unstable e testing.
  • Gerenciador de Pacotes: APT usando pacotes DEB
  • Ambientes Desktop: Blackbox, Fluxbox, GNOME, KDE, LXDE, Openbox e Xfce
  • Alternativas baseadas no Debian: Ubuntu
  • Baseado em: Independente


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O Fedora é uma das mais populares e estáveis distribuições Linux que existem atualmente. O Projeto Fedora é patrocinado pela Red Hat (RHEL), a mais confiável provedora de tecnologia de código aberto do mundo.

Era mantido pela gigante Red Hat até 2004, quando surgiu o Fedora Core, pois na época a Red Hat estava fechando seu sistema e concentrando-se no mercado corporativo. Isso significa que, desde o princípio, o Fedora já contava com o que há de mais moderno em tecnologia de software, assim como também contava com uma das mais competentes e dedicadas equipes em seu desenvolvimento. A Red Hat investe no Fedora para encorajar a colaboração e é incubadora de novas e inovadoras tecnologias de software livre.

Por isto, o Fedora é considerado uma distro robusta.
  • Gerenciador de Pacotes: YUM usando pacotes RPM
  • Ambientes Desktop: Cinnamon, GNOME, KDE, LXDE, MATE, Openbox e Xfce
  • Possíveis alternativas: CentOS e Pidora (distro baseada no Fedora - voltada para uso no Raspberry Pi)
  • Baseado em: RedHat



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Linux Mint, uma distribuição baseada na distro Ubuntu (com o qual é totalmente compatível e partilha os mesmos repositórios), foi liberada pela primeira vez em 2006 por Clement Lefebvre, um francês que vive na Irlanda. Considerado por muitos como um "Ubuntu melhorado" ou o "Ubuntu perfeito"; por incluir drivers e codecs proprietários por padrão e por alguns recursos que permitem fazer em modo gráfico configurações que no Ubuntu são feitas de modo texto.

Contudo, o Mint não é apenas um "Ubuntu melhorado" - difere na adição de novas ferramentas, como: mintDesktop = um utilitário para configuração do ambiente da Área de Trabalho, mintMenu = um novo e elegante menu para facilitar a nevegação, mintInstall = um facilitador de instalação de novos programas e o mintUpdate = um gerenciador de atualizações de software. Em resumo, o principal objetivo da distribuição é oferecer um sistema Linux que funcione 'completamente' logo após a instalação, sem precisar instalar mais nada.

Mesmo tendo diversos benefícios, e ainda ser oferecido gratuitamente, o projeto é mantido por doações e publicidades, principalmente. Não existe um calendário definido de lançamentos (como o Ubuntu - semestralmente). Atualmente (2013), oferece uma versão baseada no Debian Testing.
  • Gerenciador de Pacotes: APT com o mintInstall usando pacotes DEB (compatibilidade com o repositório do Ubuntu)
  • Ambientes Desktop: Cinnamon, Gnome, KDE, MATE e XFCE.
  • Possíveis alternativas: Pinguy OS e Zorin OS
  • Baseado em: Ubuntu, Debian

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O Maegeia é a distribuição Linux mais nova desta lista, formada em 2010. Contudo, vem com um slogan "Mude sua perspectiva". É uma distribuição de origem francesa criada por ex-funcionários e colaboradores da Mandriva Linux. Ao contrário do Mandriva, que é uma entidade comercial, o projeto Mageia é um projeto da comunidade e uma organização sem fins lucrativos.

A distribuição vêm apresentando um crescimento acentuado de acordo com o Hit Ranking do site Distrowatch.com.
  • Gerenciador de Pacotes: URPMI usando pacotes RPM (com o a interface gráfica Rpmdrake)
  • Ambientes Desktop: GNOME, KDE, LXDE, Openbox, e Xfce.
  • Baseado em: Mandriva

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O openSUSE é um projeto comunitário patrocinado pela Novell - em contraponto a versão Enterprise do Suse. Possui como diferencial o famoso YaST (Yeah Another Setup Tool), um software que centraliza todo o processo de instalação, configuração e personalização do sistema OpenSuse.

Por outras características, o OpenSuse é uma ferramenta de configuração completa e intuitiva; tem um grande repositório de pacotes de software e excelente documentação oficial. Em contrapartida, a sua versão desktop é muitas vezes vista com recursos pesados ​​e utilitários gráficos lentos.
  • Gerenciador de Pacotes: YaST gráfico e terminal usando pacotes RPM
  • Ambientes Desktop: GNOME, KDE, LXDE, Openbox e Xfce
  • Baseado em: Independente (seus primórdios são oriundos do Slackware)

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O Slackware é uma das distribuições mais antigas de todas as outras. Deu origem a diversas outras, igualmente ao Debian e o Red Hat. Foi idealizada por Patrick Volkerding, tem como características principais leveza, simplicidade, estabilidade e segurança. Possui a mesma filosofia de desenvolvimento que do Arch Linux.

Para muitos, é considerada uma distribuição difícil de se usar, voltada para usuário avançados. Por outro lado, o Slackware possui um sistema de gerenciamento de pacotes simples, assim como sua interface de instalação, que é uma das poucas que continua em modo-texto (Unix-like).
  • Gerenciador de Pacotes: Pkgtool e slackpkg
  • Ambientes Desktop: Blackbox, Fluxbox, KDE e Xfce
  • Possíveis alternativas: Arch Linux (possui a mesma filosofia de desenvolvimento)
  • Baseado em: Independente

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Originalmente baseada no Debian, foi anunciada a primeira vez em 2004. Posteriormente, o Ubuntu cresceu e se tornou a mais popular distribuição Linux desktop; e isso se deve ao fato dela se preocupar muito com o usuário final (desktop). Basicamente um dos motivos para tanta popularidade se deve a que o projeto foi criado por Mark Shuttleworth, um multimilionário Sul-Africano; ex-integrante do projeto do Debian. Inovador e desfiador, o Ubuntu foi criado para evitar os erros dos outros projetos semelhantes - ele criou uma excelente infraestrutura com uma documentação no estilo Wiki, criativo mecanismo de relatório de bug, e uma abordagem profissional para os usuários finais. E, o Projeto Ubuntu foi capaz de inovar; enviando CDs gratuitos a todos os usuários interessados​​, contribuindo assim para a rápida disseminação da distribuição ;)

O Projeto do Ubuntu, se destaca perante a comunidade Linux por sempre inovar e empreender. Mantém um calendário fixo de publicações de novas releases (semestralmente), sendo algumas delas com suporte prolongado; de 3 a 5 anos (LTS version). Atualmente (2012-2013) inova na criação do Ubuntu Phone para smartphones e Ubuntu TV para televisores. E possui diversas edições, tais como: LUbuntu, Ubuntu Studio, Edubuntu e outros. Além disso, possui um ambiente de desktop diferenciado, o Unity.
  • Gerenciador de Pacotes: APT com pacotes DEB
  • Ambientes Desktop: Gnome, KDE, LXDE
  • Possíveis alternativas: todas as sua edições (LUbuntu, Ubuntu Studio, Edubuntu e outros) e o Linux Mint (distro derivada do Ubuntu mais famosa)
  • Baseado em: Debian







10 distros Linux para usuários iniciantes


Se você está curioso sobre o Linux que cada vez mais é notícia no mundo da tecnologia e quer entrar nessa onda, acompanhe abaixo uma lista com 10 distribuições fáceis para você começar


Há uma infinidade de distribuições Linux para todo tipo de uso e que atende a diferentes perfis de usuários. Mas quais as melhores ou as mais fáceis para quem está entrando agora no universo do Pinguim? Antes, é importante definir o que é “fácil” para um usuário iniciante.

Deve se levar em consideração o conceito de um sistema operacional, que é a base para executar programas, gerenciar e executar diferentes tipos de arquivos, produzir conteúdo e ter suporte a multimídia. Praticamente todas as distros Linux são capazes de fazer isso.

Porém, ser “fácil”, não significa que deva ser igual aos “outros”. De fato, cada distro traz as suas peculiaridades e possui interfaces distintas para você fazer aquilo que faria no Windows ou OS X. Contudo, essas diferenças não mudam o conceito principal que definem um sistema operacional.
Nesse ponto, as distros “fáceis” são aquelas que lhe permitem fazer tudo aquilo que você faria no sistema operacional que já domina e que não mude o conceito-base de um SO. Além disso, elas devem possuir ferramentas gráficas para os mais variados fins, com opções claras e usabilidade amigável.

Existem diversas distribuições Linux que possuem os requisitos citados mais acima, e criamos uma lista com 10 delas para você escolher de acordo com a sua necessidade de uso. Portanto, acompanhe a matéria e encontre aquela que mais se encaixa no seu perfil.

Ubuntu

O Ubuntu Linux é uma das distros mais populares e mais comentadas da atualidade. Possui uma interface única, a Unity, que possui uma barra de atalhos para os programas na lateral, proporcionando um melhor aproveitamento do espaço em telas widescreen.

Além disso, essa distribuição é uma das mais fáceis de serem usadas devido às inúmeras ferramentas gráficas para a execução de tarefas relacionadas à configuração do sistema. Assim como no Windows, basta usar o mouse para clicar nos botões que as opções oferecem.

O Ubuntu possui um gerenciador de pacotes ou programas que remete à ideia de uma loja de aplicativos, como as existentes para Android ou iOS. Isso facilita bastante a assimilação por novos usuários quanto ao processo de instalação de novos softwares no sistema.

Além disso, um fator-chave em benefício do Linux em relação aos outros sistemas é na questão “atualização”. Assim como o SO recebe atualizações para correção e melhoria, os softwares instalados também receberão, tudo por um mesmo gerenciador. Você não vai precisar ficar procurando e atualizando cada software separadamente.

O Ubuntu está disponível para várias línguas, possui um dos mais completos suportes a hardwares e, em máquinas mais novas, o sistema se comporta de forma incrivelmente rápida e estável.


 

Pinguy OS

O Pinguy OS é uma distribuição baseada no Ubuntu, citado acima. Porém, ele traz várias características que o deixam ideal para quem é novo no Pinguim. O sistema é uma customização que busca deixar o Ubuntu ainda mais fácil de usar.

O sistema inclui muitos programas úteis para diversos perfis de usuário e para diferentes usos. Além disso, o sistema conta com alguns softwares em versões mais atualizadas que não estão disponíveis no repositório-padrão do Ubuntu, como o Gnome – interface gráfica de usuário com usabilidade única.

A interface inclui um dock para facilitar o acesso a determinados programas mais rapidamente, e o menu de aplicações está em um formato clássico, como o encontrado nas versões antigas do Gnome, mas com um visual mais moderno e muito equilibrado. Ele ainda acompanha extensões que facilitam as alterações de itens do funcionamento do Gnome ou para deixá-lo mais prático.

Uma característica dessa distro é o foco em programas pré-instalados, ou seja, você não vai precisar procurá-los no gerenciador de pacotes. Tudo já vem pronto e devidamente configurado para uso. Ele também já conta com suporte a codecs diversos já instalados, incluindo Java totalmente funcional.

Outra ferramenta interessante que faz parte do pacote de softwares úteis é o TLP, que aplica vários ajustes no sistema quando ele é instalado em notebooks, laptops ou netbooks, reduzindo o gasto de bateria nesses tipos de computadores. Ele também possui programas para aumentar a performance do SO ativas por padrão.


 

Linux Mint

O Linux Mint é outra distribuição baseada no Ubuntu, mas que se destaca em vários aspectos. Para começar, os desenvolvedores se focaram em fazer o sistema não só “parecer diferente”, como se comportar diferente também. Sendo assim, o Linux Mint traz mudanças na estrutura do sistema que o tornam ágil e rápido, mesmo em máquinas mais modestas.

A distro traz consigo um ambiente único, o Cinnamon, que é um híbrido curioso. Ele combina alguns dos melhores elementos do KDE com os melhores elementos da linha Gnome 2, que, embora tenha sido descontinuado para dar lugar à versão 3, recebe atualizações por meio de um fork (cópia, em tradução livre) do projeto, chamado MATE.

O Cinnamon possui vários melhoramentos e refinamentos de interface para tornar a tarefa de uso familiar e ao mesmo tempo inovadora. Ele é talvez a área de trabalho disponível mais user-friendly (amigável) da atualidade, em qualquer que seja a plataforma. Além disso, possui suporte a pacotes de temas fáceis de instalar através de uma ferramenta dedicada.

Apesar de o sistema funcionar muito bem em máquinas modestas, ele foi pensado para os equipamentos novos. O Cinnamon, por exemplo, possui suporte a telas HiDPI (alta resolução). A distro é distribuída em vários sabores, como Cinnamon, MATE, KDE ou XFCE. Porém, é possível instalar qualquer interface após a instalação pelo aplicativo da loja.


 

Linuxfx

O Linuxfx é uma distribuição com uma interface moderna, detecção automática de hardware e atualização de software. Além disso, conta com ótimo desempenho, compatibilidade total com Debian Testing. Isso significa que há suporte melhorado às versões mais recentes dos softwares.

Isso é particularmente bom para ter um sistema operacional recheado de programas em seus últimos lançamentos. A distro também acompanha a interface gráfica de usuário conhecida como KDE, que possui organização e elementos visuais semelhantes ao sistema operacional Windows. Contudo, essa interface é extremamente customizável e rica em recursos não encontrados em outros sistemas operacionais.

Ele ainda conta com suporte a drivers embarcados, incluindo os de vídeo ATI, NVIDIA e SiS, plugins de áudio e vídeo (incluindo Flash, Java e WMC) e alguns jogos 3D FPS, além de programas necessários para uso cotidiano, como suíte de escritório, comunicadores online e reprodutores de arquivos multimídia.

Além disso, essa distribuição conta com o Sentinela, uma ferramenta no controle de acesso a ambientes movimentados, como a sua casa ou empresa.


 

Linux Deepin

Linux Deepin é uma distribuição chinesa baseada no Ubuntu. Se você gosta do Ubuntu mas não conseguiu se adaptar bem ao Unity ainda, essa distribuição pode sanar esse problema. Usando o Gnome 3 como interface gráfica padrão, o Deepin tem um visual todo próprio, bastante elegante e com os recursos modernos.

O foco dessa distro é ser simples para qualquer um usar, mas mantendo intacto todo o poder das ferramentas e programas que compõem as tecnologias necessárias aos mais experientes. Essa distribuição possui como o maior diferencial um pesado trabalho de personalização por parte dos desenvolvedores, o que faz do Linux Deepin único. Ele é muito bonito, com um acabamento bem trabalhado nos detalhes e extensões que deixam o sistema realmente fácil de usar.

Assim como o Ubuntu, essa distro conta com uma loja de programas customizada. O acervo é o mesmo provido pela Canonical, mas com melhorias para prover um ambiente rico e em que é fácil de achar os aplicativos de que você precisa para diferentes necessidades. Tudo é bastante organizado em categorias bem posicionadas.


 

Elementary OS

O Elementary OS é mais uma distribuição baseada no Ubuntu que procura se destacar em vários aspectos. O sistema foi pensado para ser simples e funcional, livre de bugs que todo sistema possui. O Elementary OS é trabalhado por designers e desenvolvedores que acreditam que os computadores devem ser fáceis, divertidos e bonitos.

Embora coloque o design como meta principal, a equipe não deseja, porém, comprometer a qualidade ou usabilidade. Além disso, versões do sistema são contabilizadas de forma diferente. A meta é entregar uma nova versão apenas quando ela estiver "realmente pronta", ou seja, livre de bugs e detalhes inacabados.

A distro é profundamente customizada, e a interface lembra vagamente alguns aspectos do Mac OS, em tons claros e bem equilibrados. Todos os detalhes foram cuidadosamente pensados, como a escolha dos ícones, esquema de cores, disposição dos itens e alguns pormenores que são características dessa distribuição Linux.

O Elementary OS vem com um conjunto de aplicações já pré-configuradas e diversos plugins e codecs instalados, oferecendo um sistema pronto para uso. Além disso, a distro possui algumas aplicações e modificações efetuadas no Gnome 3 que melhoram muito a usabilidade.


 

Manjaro Linux

Manjaro Linux é uma distribuição com apenas uma versão. Ele é baseado no Arch Linux, que é uma distro Linux rolling release, ou seja, o sistema é atualizado constantemente. Diferente do Arch, que requer um conhecimento maior por parte do usuário, o Manjaro Linux é voltado para o público sem experiência, mas que quer aproveitar as vantagens de ter uma distro sempre atualizada com as mais recentes versões dos softwares.

O Manjaro Linux segue a mesma filosofia da distro-mãe na qual é baseado, o Arch Linux – manter as coisas o mais simples possível, cujo acrônimo forma uma palavra, K.I.S.S. (Keep It Simple, Stupid)! No entanto, a Arch é tão simples que precisa ser configurada quase que totalmente. Ou seja, só serve para quem já tem a experiência para lidar com a distro.

No entanto, o Manjaro quer ser justamente o Arch Linux para iniciantes. Ele permite que qualquer um possa desfrutar dessa distribuição, mesmo sem maiores conhecimentos técnicos. Se você já usou o Ubuntu, uma distro user-friendly (amigável), então não terá dificuldades com o Manjaro. Ele possui instalador gráfico, várias ferramentas que facilitam seu uso e para realizar ajustes no sistema e é bastante rápido e estável.


 

PCLinuxOS

O PCLinuxOS é uma distribuição Linux completa, desenvolvida para desktops ou laptops com arquitetura x86. O principal objetivo do sistema é ser uma distribuição fácil de usar, oferecendo um LiveCD com um ambiente de trabalho personalizado e que pode ser instalado no HD ou remasterizado rapidamente.

Atualmente, é a distribuição mais bem-sucedida entre as derivadas do Mandriva. Um grande destaque dessa distribuição Linux é a disponibilização de imagens com interfaces diferentes, dependendo de suas necessidades: KDE Desktop, LXDE Desktop, XFCE Desktop, Gnome Desktop Mini Zen, Enlightenment Desktop, OpenBox Desktop e Gnome Desktop.

O PCLinuxOS utiliza o Advanced Packaging Tool (ou APT) e conta com mais de 12 mil pacotes RPM disponíveis nos repositórios, além de oferecer suporte adicional para mais de 85 línguas. Outro destaque é o requerimento mínimo – e selvagem – para a execução dessa distro: recomenda-se 256 MB de RAM e aproximadamente 5 GB de espaço livre para a instalação no HD.

É uma distro leve, com um número considerável de softwares pré-instalados e segura. Ela é voltada para quem não deseja perder tempo para ter um sistema funcional e pronto para diferentes tipos de tarefas logo após a instalação. Além disso, dada a quantidade de interfaces gráficas para a escolha, o sistema permite que usuários iniciantes explorem outras possibilidades.


Fedora

Fedora 20 é a distribuição da RedHat mantida pela comunidade e se destaca por incluir o que há de mais novo em recursos. O Fedora e sua comunidade se destacaram por oferecer uma distro estável e cheia de recursos. É completamente livre para uso, estudo e compartilhamento.

Pode-se dizer que é uma distro que funciona como uma “incubadora” de ideias, sendo referência na adoção de novos conceitos e tecnologias implementados pela comunidade ativa, inclusive adotados posteriormente por outras distribuições.

Outros destaques desse sistema operacional incluem sua rapidez e segurança, além da estabilidade e um completo suporte a milhares de tipos e combinações de hardwares diferentes.


 

AV Linux

O AV Linux é uma distribuição com foco na produção profissional de conteúdo audiovisual e formado para oferecer um sistema completo e suporte a multimídia. Ele vem com as melhores ferramentas open source já instaladas e totalmente funcionais, sendo distribuído para plataformas 32 bits para manter compatibilidade com máquinas antigas. Apesar disso, pode facilmente ser usado para tarefas do dia a dia.

O sistema conta com programas sintetizadores excelentes e completos que facilmente permitem produções profissionais. Há suporte a Jack Áudio para conexão de hardwares sintetizadores, oferecendo, com isso, ampla compatibilidade. Há também um conjunto com os melhores programas para edição de vídeo, como Openshot, KDE`n`Live, Cinelerra entre outros.

Muitas das ferramentas incluídas no pacote da distro são tão poderosas quanto suas congêneres proprietárias e algumas possuem recursos únicos e originais. Outras ferramentas são bastante conhecidas por sua robustez e estabilidade, como o caso do player reprodutor multimídia VLC.

Ele é ótimo para auxiliar bandas iniciantes que não dispõem de grandes somas para pagar por software proprietário do mesmo gênero.



Bônus

Zenwalk

Imagine uma distribuição leve, com tudo o que você precisa. Quer ferramentas multimídia? Ela tem. Ferramentas para desenvolvimento? Também. Programas para uso geral, como Office e demais aplicativos? Também tem. Esse é o Zenwalk.

Você deve estar pensando: “Então essa distro é absurdamente pesada”. Mas, conforme especificado pelo desenvolvedor, e comprovado em alguns vídeos pela internet afora, ela precisa de apenas um Pentium III para rodar perfeitamente.

Portanto, se você quer ressuscitar uma máquina antiga encostada na garagem, pode começar usando essa distribuição pequena e leve.

Como instalar programas ".bin" no linux - Instalação do Adobe Air no Linux

A instalação de programas no Linux não é como no Windows, que só apertamos Enter ou damos um duplo clique no arquivo que começa a instalação. Geralmente as distribuições Linux disponibilizam uma central de programas com diversos aplicativos, mas quando você não encontra, o jeito é ir atrás. Uma das extensões de aplicativos para Linux é a ".bin", ela não instala apertando Enter ou dando um duplo clique em seu arquivo. Temos que fazer tudo manualmente pelo terminal. Para este tutorial instalaremos o Adobe AIR, siga os seguintes passos: O Linux usado neste exemplo é no Ubuntu 9.10, o passo-a-passo a seguir serve para qualquer versão.
1) Baixe o Adobe AIR em: http://get.adobe.com/br/air/
2) Aperte como botão direito do mouse em cima do arquivo ".bin", clique na guia permissões e marque a opção "Permitir execução do arquivo como um programa", pois o abriremos com o terminal, e se esta opção estiver desmarcada teremos um erro lá na frente.
 
 
3) Abra o Terminal e execute o comando "sudo su" e digite a senha para você assumir a identidade de qualquer usuário no computador, para poder fazer a mudanças que quiser no sistema.
 
4) Ainda pelo Terminal execute o comando "cd diretório" para abrir o diretório onde você salvou o Adobe Air, eu o salvei na pasta "Downloads", portanto, o meu comando será o "cd Downloads".


5) Agora execute o comando "./arquivo.bin" para executar o ".bin" a ser instalado no computador. Após a sua execução do comando o Adobe Air abrirá o seu instalador para serem feitas as configurações. Você somente segue os passos da instalação, somente clicando em concordo e avançar.

Pronto, finalizamos a instalação do Adobe Air, lembre-se que esse passo-a-passo serve para qualquer arqueivo ".bin", usei o Adobe Air somente como um mero exemplo.

             

Como instalar o Driver Nvidia 331.49 no Ubuntu 12.04, 13.10, 14.04 e derivados

instalar o Driver Nvidia

Nvidia Driver 331.49 é um pequeno lançamento que traz algumas correções de bugs e suporte a mais duas GPUs: GeForce GT 710 e GeForce 825M.

Para mais detalhes, veja o changelog:

Conheça melhor o Driver Nvidia 331.49

Para saber mais sobre o Driver Nvidia 331.49, clique nesse link

Instalando o Driver Nvidia 331.49 no Ubuntu 12.04, 13.10, 14.04 e derivados

Depois, para instalar o Driver Nvidia 331.49 no Ubuntu 12.04, 13.10, 14.04 e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);

Passo 2. Verifique qual a arquitetura de seu sistema acessando as Configurações do Sistema e a opção “Detalhes” ou usando o comando abaixo:

uname -m
 
Passo 3. Se você estiver usando um sistema de 32 bits, baixe o instalador com o comando:

wget http://us.download.nvidia.com/XFree86/Linux-x86/331.49/NVIDIA-Linux-x86-331.49.run
 
Passo 4. Se você estiver usando um sistema de 64 bits, baixe o instalador com o comando:

wget http://us.download.nvidia.com/XFree86/Linux-x86_64/331.49/NVIDIA-Linux-x86_64-331.49.run
 
Passo 5. Se você estiver usando um sistema ARM de 32 bits, baixe o instalador com o comando:

wget http://us.download.nvidia.com/XFree86/Linux-x86-ARM/331.49/NVIDIA-Linux-armv7l-gnueabihf-331.49.run

Passo 6. Se houver um driver proprietário já instalado, remova ele com estes comandos:

sudo apt-get purge nvidia*
 
sudo apt-get install nvidia-319-updates-dev
 
Passo 7. Pressione as teclas Ctrl + Alt + F1 para mudar para o console de comando. Em seguida, entre com seu nome de usuário e senha e ao logar, pare a sessão gráfica atual com um dos comandos abaixo, de acordo com o gerenciador de login que estiver usando:

sudo service lightdm stop
 
sudo service gdm stop
 
sudo service mdm stop
 
Passo 8. Torne o instalador executável com o comando:

sudo chmod +x NVIDIA-Linux-*-331.49.run
 
Passo 9. Finalmente, inicie o instalador e siga as instruções dele:

sudo sh NVIDIA-Linux-*-331.49.run
 
Passo 10. Inicie a sessão gráfica com um dos comandos abaixo, de acordo com o gerenciador de login que estiver usando:

sudo service lightdm start
 
sudo service gdm start
 
sudo service mdm start
 
Passo 11. Você deve guardar o arquivo do instalador, pois se por algum motivo esse driver não funciona corretamente, refaça o sétimo passo e remova esse driver usando o comando abaixo:

sudo sh NVIDIA-Linux-*-331.49.run --uninstall
 
 
Via http://www.edivaldobrito.com.br/como-instalar-o-driver-nvidia-331-49-no-ubuntu/







Cuidados que se deve ter com o seu computador

A história dos vírus remonta ao final da década de 40. As primeiras teorias sobre programas auto-reproduzíveis foram desenvolvidas nessa época.Pouco mais de 30 anos depois, os primeiros vírus para computador foram identificados "à solta", "in the wild", como se diz em inglês. Talvez para surpresa de muitos usuários cotidianos de computadores, os vírus chamados de 1, 2 e 3 afetavam máquinas Apple II e eram disseminados por jogos pirateados. Outro nome dado ao primeiro desses vírus é Elk Cloner, que exibia um poema no monitor. No fim de 1983, o primeiro vírus experimental documentado começou a ser desenvolvido pelo engenheiro elétrico norte-americano Fred Cohen, para apresentação em um seminário sobre segurança da computação. O programa foi criado em um sistema Unix, e o termo biológico passou a ser usado para designar esse tipo de software. Até hoje, Cohen é considerado o"pai dos vírus de computador"

A Tecnologia de Informação mudou totalmente a vida das pessoas. Hoje quase tudo é informatizado. A cada semana ouve-se notícias de lançamentos de novas tecnologias que vão substituindo as atuais numa velocidade espetacular. Num ritmo mais acelerado, tecnologias da mesma área, vão se multiplicando a cada dia, e infelizmente não são desenvolvidas para auxiliar na melhoria das tecnologias atuais, pelo contrário, são ameaças suficientemente poderosas e com um notório poder de destruição, conhecidas como: vírus de computador.

Os vírus de computador podem ser inofensivos como uma simples brincadeira
de criança, como também podem ser o fim de todo um trabalho. Essas ameaças do mundo da informação eletrônica, são frutos de mentes doentias que se privilegiam de conhecimentos em linguagens de programação, e a partir delas, criam códigos que fazem de nossos vulneráveis computadores, verdadeiros bonecos de marionetes.

Mas esse alto conhecimento em programação já não é tanto assim um pré-requisito. Hoje existem programas e sites que criam vírus ao gosto do usuário. É preciso estar atento e preparado para identificar o inimigo e poder combatê-lo de forma eficaz.

Vírus de computador: o que é isso?

É um programa como outro qualquer, mas com um único diferencial: seu código é nocivo aos sistemas operacionais e respectivos aplicativos. Gerados como arquivos executáveis, têm como característica principal a possibilidade de auto replicação, ou seja, uma vez executado, ele passa a ficar ativo na memória do computador e é feita uma cópia de seu código para dentro da unidade de armazenamento (disco rígido, pen-drive e afins) onde serão rodadas suas instruções nocivas no sistema infectado. As finalidades desses programas nocivos não são outras senão a de alterar, corromper e ou destruir as informações acondicionadas em disquetes e discos rígidos de microcomputadores.

Histórico: a evolução do vírus de computador

1983 – O pesquisador Fred Cohen (doutorando de eng. elétrica da Universidade da Califórnia do Sul), entre suas análises, batizou os programas de códigos nocivos como “Vírus de Computador”.

1987 - Surge o Brain, o primeiro vírus de computador de que se tem notícia. Ele infecta o setor de boot de disquetes (na época de 360 Kb), e utiliza técnicas para passar despercebido pelo sistema. Stoned (primeiro vírus a infectar o registro mestre de boot, MBR) é liberado. Ele danifica o MBR da unidade de disco rígido, corrompendo ou até mesmo impedindo a inicialização do sistema operacional. Um dos primeiros vírus realmente devastadores para MS-DOS, o Jerusalém estava programado para deletar todos os arquivos de programas no disco-rígido do computador infectado em uma sexta-feira 13 – motivo pelo qual ganhou o apelido “Friday 13th” – em nome de “AL AH” (percebe a piadinha aí?). Uma vez que ele se espalhou por diversos países, universidades, instituições e companhias importantes, você deve imaginar o estrago que causou.



1988 – O primeiro software antivírus é oferecido por um programador da Indonésia. Depois de detectar o vírus Brain, ele o extrai do computador e imuniza o sistema contra outros ataques da mesma praga. O Internet Worm é liberado na ainda emergente Internet e atinge cerca de 6.000 computadores. Morris, o primeiro worm de internet foi resultado de uma pequena falha de código, que acidentalmente espalhou milhões de cópias de si mesmo para mais de 6 mil computadores pelo mundo – incluindo até mesmo alguns aparelhos da NASA. O vírus paralisou diversas redes, resultando em quase 100 milhões de dólares em prejuízos.

1989 – Aparece o Dark Avenger, que contamina programas rapidamente, mas o estrago subseqüente acontece devagar, permitindo que o vírus passe despercebido por muito tempo. A IBM fornece o primeiro antivírus comercial e é iniciada uma pesquisa intensiva contra as pragas eletrônicas. No início do ano, apenas 9% das empresas pesquisadas sofreram um ataque de vírus. No final do ano, esse número saltou para 63%.


1992 – Michelangelo, o primeiro vírus a causar agitação na mídia. É programado para sobregravar partes das unidades de disco rígido em 6 de março, dia do nascimento do artista da Renascença. As vendas de software antivírus disparam, embora apenas alguns casos de infecção real sejam reportados.

1994 – O autor de um vírus chamado Pathogen, na Inglaterra, é rastreado pela
Scotland Yard e condenado a 18 meses de prisão. É a primeira vez que o autor de um vírus é processado por disseminar código destruidor.

1995 – Surge o Concept, o primeiro vírus de macro. Escrito na linguagem Word Basic da Microsoft, pode ser executado em qualquer plataforma com Word - PC ou Macintosh. O Concept desencadeia uma explosão no número de vírus de macro, pois são muito fáceis de criar e se disseminar.

1998 - Chernobyl: Um dos vírus mais famosos da história, o Chernobyl causava estragos enormes e permanentes no PC infectado. Isso porque além de apagar os dados da máquina por completo, o software reescrevia a BIOS da máquina para poder se manter dentro do computador – assim, o programa voltava a infernizar você mesmo após formatar o sistema. Embora tenha contaminado poucos computadores nos Estados Unidos, provocou danos difundidos no exterior. A China sofre prejuízos de mais de US$ 291 milhões. Turquia e Coréia do Sul também foram duramente atingidas.

2000 – O vírus LoveLetter, liberado nas Filipinas, varre a Europa e os Estados Unidos em seis horas. Infecta cerca de 2,5 milhões a 3 milhões de máquinas, causando danos estimados em US$ 8,7 bilhões.

2001 – A “moda” são os códigos nocivos do tipo Worm (proliferam-se por páginas da Internet e principalmente por e-mail). São descobertos programas que criam vírus. Um deles é o VBSWorms Generator, que foi desenvolvido por um programador argentino de apenas 18 anos. O holandês Jan de Wint, 22 anos, é condenado a cumprir 150 horas de servicos por criar o vírus ana Kournikova. Os vírus SirCam, Nind e Code Red usam o recurso de propagação automática para congestionar sistemas de emails e tirar sites do ar!

2002 – David Smith, 34, ,é condenado a 20 meses de prisão e ao pagamento de uma multa de US$ 5.000 por criar o vírus Melissa.

2003 – O vírus Slammer consegue penetrar na rede principal da usina nuclear Davis Besse, nos EUA. Como a usina estava desativada nada acontece. O vírus Blaster se propaga pela internet em busca de computadores vulneráveis causando paralisação de trens em Washington e atrasos no aeroporto de Toronto!

2004 – 100 mil vírus conhecidos. O Sasser tirou o sono de muita gente: contaminava os usuários sem que eles precisassem fazer nada! Explorava falhas no win 2000 e XP. Uma batalha também foi travada pelas gangues do Netsky e do Bagle, que criaram tantas variantes que esgotaram o alfabeto. Outro que causou terror foi o Mydoon, que usa técnicas de engenharia social. Em uma hora contaminou 115 mil máquinas e causou muita lentidão na rede.

Como Instalar o Mega Sync 1.0.29 no Ubuntu, Linux Mint, ElementaryOS, Kaiana e derivados!

Como Instalar o Mega Sync 1.0.29 no Ubuntu, Linux Mint, ElementaryOS, Kaiana e derivados!

O MEGA é um serviço de armazenamento em nuvem que oferece 50 GB de espaço, permitindo que os usuários façam backups e compartilhamento. Este serviço de armazenamento é famoso por sua criptografia, os usuários são capazes de acessar via RSA chaves de 2048 bits.

Recentemente, um cliente MEGA oficial, chamado MEGA Sync foi liberado para Linux, permitindo que os arquivos e pastas que os usuários façam facilmente backup e sincronização, em diferentes computadores.

O Mega stá disponível para as versões mais recentes do Ubuntu e derivados, via PPA. Além disso, há o pacote nautilus-megasync que fornece integração de sincronização MEGA para Nautilus.

Tudo que você precisa fazer é adicionar a PPA para o seu sistema, atualize o índice de repositório local e instale os pacotes megasync e nautilus-megasync. 

Assim:

$ sudo add-apt-repository ppa:eugenesan/ppa 

$ sudo apt-get update 

$ sudo apt-get install nautilus-megasync megasync 

$ nautilus-q

Para os derivados do Ubuntu que não usam Nautilus como gerenciador de arquivos padrão, Nautilus deve ser instalado através dos repositórios padrão:

$ sudo apt-get install nautilus

Para remover megasync e nautilus-megasync, execute:

$ sudo apt-get remove megasync nautilus-megasync
 
 
 
 
 

Como Instalar MakeHuman 1.0.2 no Ubuntu, Linux Mint, Kaiana, ElementaryOS e Derivados

Como instalar MakeHuman 1.0.2 no Ubuntu, Linux Mint e Derivados

MakeHuman é uma ferramenta de código aberto para a criação de seres humanos virtuais com apenas alguns cliques, através de uma interface gráfica intuitiva e fácil de usar.

A última versão disponível é 1.0.2 MakeHuman, que foi lançado há um tempo atrás. 

Para obter informações sobre as alterações feitas para esta versão, consulte o changelog.


Para  instalar MakeHuman 1.0.2 você deve adicionar o repositório e a chave para o seu sistema, atualize o índice de repositório local e instale o pacote MakeHuman com os comandos abaixo:

$ Wget-q -O - http://archive.getdeb.net/getdeb-archive.key | sudo apt-key add - 

$ sudo sh-c 'echo "deb http://archive.getdeb.net/ubuntu fiel Aplicativos -getdeb ">> /etc/apt/sources.list.d/getdeb.list ' 

$ sudo apt-get update 

$ sudo apt-get install MakeHuman

Para remover MakeHuman, execute o seguinte:

$ sudo apt-get remove MakeHuman




Slackware Linux 14.1

A distribuição Slackware Linux é uma das mais conhecidas e respeitadas distribuições Linux existentes. A grande prova disso são as inúmeras distribuições que já foram criadas com base no Slackware (como por exemplo a Slax Linux), as quais totalizam mais de sessenta!

A grande fama dessa distribuição deve-se ao fato de que, diferentemente de distribuições que tornaram-se bastante famosas nos últimos anos por oferecerem facilidades ao usuário (tais como Ubuntu, OpenSuse), o Slackware procura oferecer o mínimo de facilidades possível.
Logo do Slackware

O desenvolvedor da distribuição, Patrick Volkerding, tem como objetivo manter o Slackware fiel aos padrões do UNIX, de modo que não existam ferramentas que escondam do usuário o modo como o sistema realmente funciona, o que faz com que muita coisa tenha de ser feita “na unha”.

Isso já pode ser percebido logo após a instalação da distribuição, pois assim que você inicia o sistema pela primeira vez, você percebe que ele está em modo texto. Para ativar o modo gráfico, você deve digitar “startx”, e se quiser que o modo gráfico seja inicializado automaticamente, deverá fazer alterações no arquivo inittab, localizado em /etc/. Com esse exemplo você já percebe que utilizar o Slackware pode não ser tão fácil assim para iniciantes.

Entretanto, se o usuário souber como “domar” essa distribuição, de modo que consiga configurá-la em sua máquina, perceberá que o Slackware apresenta grande estabilidade, o que também contribuiu para a fama e o respeito dessa distribuição.

Programas e Recursos

Apesar de tudo isso, o Slackware não pode ser considera uma distribuição “enxuta”, com poucos programas e recursos a oferecer. Em sua última versão, Slackware 13, ele apresenta recursos como os gerenciadores de ambiente gráfico KDE 4.2.4 e Xfce version 4.6.1, suporte a partições ext4, pacotes de instalação próprio (.TXZ, a partir desta última versão), dentre outros.


Interface Gráfica do Slackware

Devido ao KDE 4, a interface gráfica do Slackware está muito bonita e atraente, como pode ser observada nas imagens, disponibilizando de forma nativa alguns efeitos gráficos, como por exemplo o famoso Cube Desktop.

Quanto aos programas encontrados na distribuição, você encontrará uma série dos mais conhecidos e utilizados no Linux, tais como o navegador Firefox, o mensageiro multi-protocolo Pidgin, o reprodutor de músicas Amarok, o reprodutor de vídeos Mplayer, além de muitos outros programas.

Assim como toda distribuição Linux respeitada, o Slackware possui uma grande comunidade de usuários, com vários fóruns e sites, pelos quais é possível encontrar dicas e tirar dúvidas.

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