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Nova versão 11.10 do Ubuntu já está disponível para download

Ubuntu 11.10

O mês mais esperado dos usuários do Ubuntu chegou: outubro é época de lançamento da nova versão do sistema operacional. Ela já foi finalizada e está disponível para download. Com o codinome de "Oneiric Ocelot", o SO recebe algumas mudanças em sua interface e também em alguns de seus serviços online, além da possibilidade de computação em nuvem.

Para começar, a sincronização de músicas usando o "Ubuntu One" permite que o usuário transfira arquivos entre smartphones Android e iOS e computadores com Windows usando sua nuvem pessoal. Com esse serviço, é possível compartilhar documentos, arquivos e fotos online com o Android e com o Windows, ganhando 5GB de espaço gratuito em nuvem.

A "Unity Dash" também recebeu alguns upgrades. Agora há acesso instantâneo às músicas, tanto as gravadas no próprio PC quanto online. Há, também, acesso ao Last.fm, loja de MP3 da Amazon e outros veículos de conteúdo gratuito, como o Youtube. Com o "Unity Lens", dá para pesquisar músicas, fotos, aplicativo e outros arquivos no seu computador e na web.

Com o "Déjà Dup", fazer um backup ficará mais fácil. Ele está com uma interface simples e oferece backup local ou em nuvem. Também dá pra agendar backups e fazer reparos a partir de um já feito. O "Nautilus 3" é um gestor de arquivos e está mais simples e leve, permitindo que se abra várias pastas em apenas uma janela.

Agora, para ler, enviar e receber e-mails, os usuários do Oneiric Ocelot terão o "Thunderbird", que está rápido, leve e bastante organizado. O navegador padrão é o Mozilla Firefox, que está em sua 7ª versão.

O "Ubuntu Software Centre" recebeu algumas melhorias e possui milhares de aplicativos, gratuitos ou pagos. Agora, está mais fácil de buscar os apps, tantos os que já estão instalados quanto os que você está querendo adicionar ao seu computador. Agora o Software Centre conta com um ranking de comentários e reviews sobre os aplicativos, facilitando sua escolha.

Se você quer fazer um tour gratuito antes de fazer o download, clique aqui. A Canonical liberou uma página online, onde você pode ver algumas das ferramentas da nova versão Oneiric Ocelot. Para fazer o download da versão 10.11 do Ubuntu, clique aqui.

O usuário também pode optar pela versão "alternative downloads". Clique aqui.




4° Aula - Instalação de programas no Ubuntu Linux: conheça as diversas maneiras

Depois de termos visto como instalar o Ubuntu Linux no VirtualBox e alguns dos aplicativos existentes, hoje veremos um pouco sobre os aplicativos de sistema e como instalar programas no Ubuntu! Confira!


Chegou agora? Quer acompanhar o Curso Linux desde do ínicio? Comece aqui!

Antes de começarmos vendo como instalar programas no Ubuntu, veremos um pouco sobre as tarefas administraivas no Linux!


Usuário Linux sem permissões - Fonte imagem

Tarefas Administrativas

No Ubuntu Linux, por razões de segurança, tarefas administrativas são restritas a usuários com privilégios especiais. Acesso administrativo é dado para determinados usuários, que podem usar o comando sudo para realizar tarefas administrativas.

A primeira conta que você criou neste sistema durante a instalação terá, por padrão, acesso a tarefas administrivas.

Quando você executa uma aplicação que requer privilégios de administrador (usuário root), será exigido a senha do mesmo. Isto assegura que aplicações suspeitas não possam danificar seu sistema!

O sudo [super user do] lembrará sua senha por um certo tempo, que por padrão é 15 minutos.Isso foi criado para permitir que os usuários executem várias tarefas administrativas sem que seja solicitada uma senha a cada comando.

Alguns Aplicativos de Sistema

Em Sistema > Administração, na barra de ferramentas você pode encontrar diversos aplicativos interessantes. Entre eles vou destacar:

- Drivers de hardware

Configura drivers de terceiros ou proprietários. Normalmente sua placa de vídeo não será reconhecida automaticamente (por ter um driver proprietário) por isso você deverá usar esse aplicativo.

- Gerenciador de pacotes Synaptic

Veremos ele de forma mais detalhada. Mas em resumo, ele é apenas o gerenciador dos softwares disponíveis no repositório do Ubuntu!

- Ferramentas de Rede

Você pode analisar e verificar sua configuração de rede!


Instalando pacotes no Ubuntu Linux

Ubuntu lida com a instalação do software de uma maneira muito diferente do Windows.


Essa é apenas uma das formas para se instalar pogramas - Fonte imagem

Se você quiser instalar uma aplicação no Windows, você normalmente deve comprar um CD contendo o software, ou baixar um pacote de instalação da Internet e em seguida executá-lo. Correto?

No Ubuntu, basta abrir um gerenciador de pacotes, onde você pode procurar o aplicativo que você deseja e cliquar em um botão para instalá-lo. E remover uma aplicação é mais simples.

Por padrão, somente as aplicações dos repositórios oficiais do Ubuntu software estão disponíveis em seu gerenciador de pacotes. Se você não consegue encontrar o aplicativo que você desejar nos repositórios padrão, você pode adicionar manualmente! Porém, isso não é recomendado por questões de segurança! Todos os softwares presentes no repositório são autenticados e seguros, portanto se você instala um software fora desse repositório, a instalação será por sua conta e risco!

Mesmo o Ubuntu mantendo um repositório seguro e universal, existem outras maneirs para instalar um software no Ubuntu Linux! Vejamos algumas delas:

Métodos de instalação

I - Repositórios



Como já vimos, o Linux usa um conceito diferente de instalação de programas, muito mais fácil e com segurança.

A Central de Programas do Ubuntu fica no menu Aplicativos na barra principal.

O Gerenciador de pacotes Synaptic é encontrado em Sistema > Administração > Gerenciador de pacotes Synaptic.
Basta procurar no campo de pesquisa, assinalar o programa e "aplicar". O Aplicativo é baixado e instalado automaticamente.

II - Pacotes .deb



Instalar programas por pacotes também é muito fácil. Basta dar 2 cliques no pacote que o programa é instalado.

Existem diferentes de tipos de pacotes, variando por distribuição por distrbuição:

Pacotes .deb e .rpm:

.deb é usado em distribuições derivadas do Debian. Nessa lista se encaixa o Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Big Linux, Mint, Xandros, Linux Educacional, Insigne e outras distribuições.

Recomendo que leia também:

.rpm são distribuições próximas do Red Hat, como Fedora, Mandriva, OpenSUSE, CentOS, entre outras.


III - Arquivos .sh

Outro método de instalação é por arquivos com exetensão .sh

Para instalar:

1 - Clicar com botão direito do mouse e ir em "Propriedades";
2 - Ir na aba "Permissões" e assinalar "Permitir a execução do arquivo como programa";
3 - Clicar em "executar";

IV - Arquivos .exe do Windows



Isso mesmo! Pode-se instalar programas do Windows no Linux facilmente ;-) Para isso é necessário instalar um programa chamado WINE.

Para instalar o WINE é só procurar no Gerenciador de Pacotes Synaptic (visto anteriormente).

Depois de instalar o WINE basta dar 2 clique em cima do arquivo .exe (ou clicar com botão direito e escolher "Abrir com... WINE").

V - Instalação manual



Esse tipo de instalação é ruim para o usuário doméstico, porém de vez em quando precisa ser utilizada!

Geralmente dentro do arquivo (com extensão .tar,.targz) compactado vem instruções. Caso não venha vc terá que usar os comandos no Terminal:

1 - ./configure
2 - sudo make
3 - make install


Continue Lendo . . .

- Saiba mais sobre o Wine
- Saiba mais sobre a instalação manual

Próxima aula . . .

Veremos com configurar nossa rede para se conectar com a Internet! Mas vou logo adiantando: quem instalou pelo virtualBox, conseguirá conectar com internet, o seu Ubuntu Linux, normalmente. Como?! Isso eu explicarei na próxima aula ;-)

E mais:

- Configurar sua rede internet via modem da Velox;
- Instalar alguns programas básicos;

Abcs a todos!! Até a próxima. . .!!! ;-)

Referências

Wiki do Ubuntu

Ubuntu Desktop Guide

Departamento de Informática e Estatística da UFSC - Página do GUI


Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado

7° Aula - Conheça mais sobre o Gerenciador de Pacotes Synaptic do Ubuntu


Hoje em nossa 7a. aula veremos mais sobre o Gerenciador de Pacotes Synaptic! Ele é o coração de todo o controle de pacotes (programas) disponíveis para o Ubuntu Linux. Nele você pode pesquisar, instalar e remover aplicativos facilmente! Então é por isso que veremos um pouco mais sobre ele agora! Confira.

Um Gerenciador de Pacotes nada mais é do uma interface gráfica disponível para auxiliar nas tarefas que se relacionam aos pacotes do Sistema Linux! Isto é, em vez de tradicionais comandos, como apt-get install, você simplesmente irá ter uma interface lhe auxiliando nessas tarefas:




Mas o que é um pacote?

Como dito anteriormente, um pacote no Linux, nada mais é do que um software a ser instalado! Quando você instala um software, centenas de arquivos podem ser necessários para executá-lo! Então é por isso que o Gerenciador Synaptic existe - O Ubuntu Linux possui uma forma muito eficaz de instalação, que gerencia toda esta complexidade para você.

E essas centenas de arquivos que são instalados junto com seu programa escolhido? Pois é, no Linux isso é denominado Dependência de Pacotes:

As vezes alguns programas compartilham dos mesmos arquivos que outros programas usam. Colocando estes arquivos em um pacote, um pacote separado pode ser instalado para prover estes arquivos aos programas que precisem deles. Então, para instalar um programa que precisa destes arquivos, o pacote que os possui precisa ser instaldo.
Fonte: Wiki Ubuntu

Isto é, quando você instala um programa, suas dependências precisam ser instaladas ao mesmo tempo. Então, quando você instala um pacote, não se supreenda se muitos outros pacotes forem instalados juntos. Mas não se preocupe o Gerenciador Synaptic instala tudo isso para você!

Para saber mais sobre instalação de programas no Linux acesse a 4a. Aula desse Curso que explica melhor isso para você [4° Aula - Instalação de programas no Ubuntu Linux: conheça as diversas maneiras]

Quem controla e onde esses pacotes ficam armazenados?

Como você já viu, existem diversos pacotes que são instalados através do Gerenciador de Pacotes Synaptic. Mas onde ficam centralizados todos esses pacotes?

Todo Gerenciador precisa gerir algo bem centralizado e consolidado, então por isso que a comunidade Linux crio um conceito chamado de Repositórios:

são as fontes de onde os gerenciadores de pacotes buscam os pacotes e dependências para a instação. Isto acontece de forma automática [...]
Fonte: Wiki Ubuntu

Agora ficou mais claro não é mesmo?! E isso ratifica o que falei na última aula [6º Aula - O que você precisa saber para se dar bem no universo Linux] sobre a existência de vírus no Linux! Ou seja, tendo um repositório central fica mais difícil haver arquivos comprometidos que possam infectar seu micro! ;-)

Agora sim: Conhecendo o Synaptic

Para iniciar o Synaptic, escolha Sistema > Administração > Gerenciador de pacotes Synaptic. É necessário fornecer a sua senha para entrar no programa.




A tela principal é dividida em três seções:
  1. navegador de pacotes/categorias acima à esquerda,
  2. lista de pacotes acima à direita, detalhes do pacote abaixo à direita,
  3. barra de status mostra o estado do sistema e dicas de ferramentas.

Para navegar pela lista de pacotes disponíveis por categoria, seção, status do pacote, filtros personalizados ou resultados da busca, clique no botão correspondente na parte inferior do painel à esquerda:




Para procurar pelo nome clique no botão Procurar na barra de ferramentas ou, ainda, use o campo Busca rápida!

E para instalar um programa é bem simples: procure-o nessa caixa de busca e selecione da seguinte maneira:

  1. clique com o botão direito do mouse sobre o pacote e escolha a opção Marcar para Instalação no menu de contexto,
  2. Clique em Marcar para instalação para permitir a instalação de pacotes adicionais,
  3. Quando estiver satisfeito com suas escolhas, clique em Aplicar na barra de ferramentas




Logo após esse processo:
  1. Uma caixa de diálogo aparecerá com um resumo das mudanças que serão feitas.
  2. E por fim Clique em Aplicar!
E para remover um pacote indesejado o processo é o mesmo! Pesquise o pacote, clique com botão direito e escolha a opção Marcar para remoção completa! Assim você garante que todas as dependências desse pacote serão removidas!

Para mais informações sobre o Synaptic

Acesse o Wiki Oficial do Ubuntu e confira mais dicas sobre esse poderoso Gerenciador de Pacotes



Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado

As distribuições Linux Brasileiras mais conhecidas no cenário mundial

Quem trabalha com Software Livre sempre está interessado em conhecer novas opções de ferramentas ou distribuições Linux! E que tal conhecer as 5+ Distribuições Linux Brasileiras que mais se destacam no cenário mundial do Software Livre? Conheça agora mesmo!

1 - Dreamlinux


Dreamlinux é uma distribuição brasileira baseada no Debian. Ele possui interface gráfica GNOME. Já vem com diversos codecs instalados e com total funcionalidade!


2 - BigLinux


É um sistema completamente livre! É um sistema baseado em Ubuntu, com interface gráfica padrão o KDE. Voltado para usuários domésticos, possui também sua versão em LiveCD.


3 - Epidemic


O Epidemic GNU/Linux é uma distribuição linux brasileira, desenvolvida de forma comunitária, cujo principal objetivo é levar o Software Livre ao conhecimento do maior número de pessoas possível. O Epidemic é baseado no Debian.

O Epidemic é também distribuído na forma de um liveDVD. Ele não precisa sequer ser instalado. O Epidemic utiliza o que há de mais moderno em ambientes desktop, com o KDE 4 e do Compiz Fusion rodando direto do DVD, proporciona uma forma fácil e divertida de interagir com as janelas do sistema, fornecendo ainda velocidade e utilidade.

O Epidemic possui um exclusivo instalador de aplicações especiais, o Easy Channel. Com ele a instalação de programas como Google Earth, Opera Browser, Alien Arena, Picasa, Skype, Virtualbox, Wine Doors etc, pode ser feita com apenas alguns cliques no mouse.


4 - BRlix


O BRLix é um sistema operacional para usuários de computador. Ele é baseado no Debian, mas possui todas as características do sistema operacional Windows.
Recomendado para quem ainda está em fase transição Windows --> Linux! O BRLix nasceu do projeto universitário Famelix, que alcançou desde 2003, aproximadamente 13 milhões de downloads, garantindo assim a alta aceitação.

O BRLix é um Linux, mas vai ser difícil para quem usa o Windows perceber isso.


5 - Ekaaty


É um sistema operacional livre, robusto, seguro e amigável baseado no GNU/Linux e desenvolvido em conjunto com a comunidade. Seu diferencial em relação a outras distribuições é que foi planejado para ser um sistema que atenda às necessidades específicas de usuários brasileiros.

A distribuição é otimizada para o uso em desktops e preparado para uso em laptops. É planejado para ser um sistema enxuto, que consome menos espaço em disco e menos recursos da máquina, e ter uma aparência polida, possibilitando uma melhor usabilidade e experiência.

Saiba como criar seu próprio Cd de instalação do Ubuntu com seus programas favoritos já instalados

Existe uma ferramenta que ajuda você a personalizar os CDs oficiais do Ubuntu (incluindo Kubuntu/Xubuntu e Edubuntu) às suas necessidades. Você pode adicionar qualquer pacote para o sistema. Então você pode criar seu prórpio Ubuntu a seu gosto! Saiba como!

O Ubuntu Customization Kit (UCK) permite que você incorpore, na instalação do seu Ubuntu, programas que não vem instalados por padrão!


Com ele você pode:

  • Criar um LiveCD inicializável com programas pré-definidos com base no CD original do Ubuntu usando um assistente gráfico
  • É possível personalizar o sistema através de scripts de inicialização (Uso avançado)


Pré-Requisitos



Como instalar?

Abra o terminal e siga a seguinte ordem de comandos:

sudo add-apt-repository ppa:uck-team/uck-stable
sudo apt-get update
sudo apt-get install uck


Personalizando o Sistema

Depois de instalado pressione as teclas ALT+F2 e escolha a opção Mostrar Lista de aplicativos conhecidos e escolha Ubuntu Customization Kit:


1 - A primeira tela que aparece lhe pergunta sobre o idioma a ser escolhido. Então escolha o português marcando a opção pt e na próxima tela a opção pt_BR

2 - Depois será perguntado qual gerenciador gráfico você quer instalar em seu Ubuntu: Escolha entre KDE e Gnome

3 - Posteriormente escolha o Cd Base de Instalação do Ubuntu, ou seja, é preciso ter uma imagem ISO do próprio Ubuntu para servir como Base. Eu escolhi a versão Ubuntu 11.04 32 bits

4 - Depois será perguntado se deseja instalar pacotes durante a resmaterização do CD e desinstalar confs do sistema Windows. Escolha ambas opções YEs

5 - Etapa antes da instalação:


6 - Depois será pedido sua senha de root. Depois começa a instalação:


7 - Será perguntado como deseja customizar seu Ubuntu. Escolha a opção: Run Package Manager

Não sabe usar o Gerenciador de Pacotes do Ubuntu? Clique aqui e saiba mais!


8 - Por fim escolha quais os pacotes deseja instalar! Saia do gerenciador e marque a opção Continue Building!! Assim seu Ubuntu fica a sua cara!


Artigo originalmente publicado por Ricardo Ferreira Costa do Blog Linux Descomplicado


Instalação Slackware 13 no disco Rígido

Instalação Slackware 13 no disco Rígido

Uma vez colocado o cd1 ou o DVD do Slackware 13 no leitor de CD’s/DVD’s e colocado a ordem de arranque para o dispositivo de CD’s podemos então começar. O CD irá correr automaticamente mostrando um primeiro ecrã onde poderá optar por correr o Slackware com o Kernel disponibilizado na versão 13 do Slackware ou poderá usar um Kernel personalizado.

Neste caso vamos premir a tecla Enter para correr o Kernel padrão.

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Mas por exemplo se tiver uma máquina scsi deverá digitar:
boot: adaptec.s

Abaixo tem a lista completa (em inglês) dos Kernel’s que pode usar ao arrancar pelo CD.
adaptec.s – Supports most Adaptec SCSI and RAID controllers.
ataraid.i – bare.i with support for ATA RAID chipsets.
bare.i – The standard, generic IDE/ATAPI kernel.
bareacpi.i – bare.i with support for ACPI.
ibmmca.s – Supports old IBM Microchannel (PS/2) machines.
jfs.s – bare.i with support for IBM’s JFS and AIC7xxx.
old_cd.i – Supports very old CD drives.
pportide.i – Supports parallel-port disks and CD drives.
raid.s – Kernel with support for Compaq Smart Array, Mylex
DAC960, AcceleRAID, and eXtremeRAID controllers.
sata.i – bare.i with support for various SATA controllers.
scsi.s, scsi2.s, scsi3.s: Support various SCSI controllers.
speakup.s – bare.i with Speakup speech and Adaptec AIC7xxx SCSI.
xfs.s – bare.i with support for SGI’s XFS and Adaptec
AIC7xxx support. *NO* ext2/ext3/reiserfs!

Depois do Kernel carregado devemos escolher o mapa de teclado a usar, como nós portugueses temos um mapa de teclado diferente do dos Americanos devemos premir a tecla 1 e depois escolher o mapa correcto. O mapa correcto no caso do português é o qwerty/pt-latin1.Map.

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Após a selecção do Mapa podemos testá-lo através do “Keyboard Test”, podemos testar os caracteres todos do teclado para nos certificarmos que seleccionamos o mapa correcto. Para guardar as alterações e continuar prima 1, prima 2 para cancelar as alterações efectuadas e escolher um novo mapa de teclado.

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Terminadas estas pequenas especificações necessárias para uma boa instalação, começa então a instalação do Slackware 13 propriamente dita.

A instalação começará fazendo o login de Root no sistema, login esse que vem por defeito. Faça o login (“Root” e Enter) e avance.

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Depois de ter efectuado o login será lhe mostrado no ecrã um típico ambiente em Shell onde terá acesso a coisas como o cfdisk, fdisk, e ferramentas de instalação. Usando essas ferramentas de instalação poderá particionar o disco, configurar a rede, e/ou correr o script de instalação.

Partições

Para criarmos as partições para o nosso sistema iremos usar o cfdisk porque usa um interface “user-friendly” ao contrário do fdisk, o que facilita muito a vida aos Slackers novatos.

NOTA: As partições do disco é onde o sistema de ficheiros do Linux será criado e onde o Slackware será instalado. Regra geral, é recomendado o uso mínimo de duas partições. A partição root (/) e a partição Swap. Contudo é sempre bom criar um plano mais elaborado acerca das partições a usar (em caso de ser uma máquina Desktop ou Server). Por exemplo existem directorias como a “/home” e a “/usr/local” que têm configurações comuns, ou seja, como a /home guarda todos os dados dos utilizadores e o /usr/local as aplicações instaladas localmente pelo Administrador do sistema. Isto mostra que tendo quatro partições (/, Swap, /home e /usr/local) posso fazer a instalação do linux sobre a partição root (/) sem perder dados importantes pois estão nas outras partições.

Para entrar no cfdisk basta simplesmente escrever cfdisk na linha de comando para entrarmos.

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Para criar uma partição navegue com as setas do teclado para New, prima ENTER e seleccione [Primary] se a partição que estiver a criar for a root e adicione a partição ao inicio do espaço livre seleccionando [Beginning] , caso contrário escolha [Logical].

Vá criando as partições de acordo com o planeamento que fez, neste caso como só fazemos duas partições, uma será a root (/) e a outra a Swap. Não existe um tamanho certo para a partição Swap, de maneira a que se aconselha a pôr sempre o dobro da memória RAM como tamanho da Swap.

Depois de ter criado todas as partições seleccione a partição destinada a ser a Swap e navegue no menu até [Type], seleccione e escolha o tipo 82 que é o sistema de ficheiros utilizado nessa partição.

Defina a partição root (neste caso a hda1) como [Bootable] através do menu de navegação do cfdisk.

Pode agora registar as partições no disco através do [Write], disponível no menu de navegação, confirme escrevendo yes.
Acabadas as partições vamos passar á instalação do sistema operativo propriamente dito, para isso saia do cfdisk através do [Quit].

Na linha de comandos digite Setup e entrará no menu de instalação do Slackware.

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Poderá a partir daqui ler os ficheiros de Ajuda á instalação do Slackware em HELP mas pode passar logo para ADDSWAP caso não tenha problema com o KEYMAP (mapa do teclado) seleccionado anteriormente.

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O assistente irá detectar automaticamente a partição Swap, o utilizador somente tem que confirmar.

De seguida o assistente questionará se o utilizador pretende fazer um “Check-up” á partição Swap criada a fim de encontrar possíveis blocos danificados. Como tal coisa não deverá acontecer, no tutorial vamos passar á frente respondendo negativamente, mas fica ao critério do utilizador o efectuar (..ou não) do “check-up”.

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Depois de tratada a partição Swap o assistente mostrará uma janela da confirmação da partição Swap.

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ATENÇÃO: Não dêem importância ao Device Boot e a outros pequenos pormenores pois esta instalação foi feita através duma máquina virtual.

No passo seguinte o assistente irá pedir ao utilizador a partição onde instalará a partição do Linux Root (/). O próprio assistente mostrará automaticamente a partição disponível, pois neste caso em que apenas criámos duas partições a Swap já foi configurada sobrando somente a hda1 destinada à Root.

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Agora deverá aparecer uma janela onde será questionado acerca da vontade do utilizador em formatar ou não a partição. Poderá escolher Format caso a partição não tenha sido formatada, caso contrário pode optar por não formatar. Caso deseja que a sua máquina seja o mais estável possível pode sempre formatar e procurar por blocos danificados de modo a que o seu sistema não falhe em nada. Por norma uso sempre a opção Format.

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Agora eis um dos passos mais importantes da instalação, a escolha do sistema de ficheiros a usar na nossa máquina Slackware. Podemos escolher entre 6 sistemas de ficheiros, os mais usados em Slackware são, o ext3, o ext4 e o ReiserFS.
Pessoalmente uso o ext4 no Slackware 13, mas a escolha pode ser influenciada pelo modo como irá gerir a sua máquina, pelo que aconselho a dar uma vista de olhos pela web. Vamos então escolher o ext4.

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A partição será formatada.

Todas as partições estão agora adicionadas aos ficheiro /etc/fstab.

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De seguida escolha a fonte de instalação do Slackware, normalmente (..e neste caso) será instalado através de um CD/DVD portanto vamos seleccionar a opção 1.

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Na janela seguinte simplesmente escolha para que o assistente procure automaticamente pelo CD/DVD do Slackware, seleccionando auto.

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Antes que comece a instalação de ficheiros propriamente dita o utilizador terá que escolher séries de pacotes para instalar. Se é um utilizador novato e pretende usar o Slackware como Desktop sugiro que deixe tudo como está e seleccione OK. Caso pretenda o Slackware como máquina servidor então aconselho a que apenas seleccione os pacotes A, AP, D, K, N.
Neste caso vou deixar todos os pacotes seleccionados, excepto o KDEI.

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Como estamos a instalar o Slackware para uma máquina Desktop iremos seleccionar a opção Full, se por acaso estiver a pensar em instalar o Slackware como servidor, sugiro que use a opção Menu de maneira a seleccionar apenas os pacotes de que vai necessitar de maneira a não sobrecarregar o servidor com pacotes desnecessários.

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Agora espere que o Slackware termine a instalação de todos os pacotes.

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Mais à frente ser-lhe à pedido que insira o CD 2 (excepto caso esteja a instalar por DVD) para continuar, simplesmente troque de CD e seleccione ENTER.

Após concluída a instalação de todos os pacotes anteriormente seleccionados o assistente de instalação irá questionar o utilizador se pretende criar um dispositivo de arranque USB para o seu Sistema Slackware. Seleccione de acordo com a sua vontade. Eu passei ao passo seguinte.

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De seguida será pedido para instalar o gestor de arranque do Linux utilizado pelo Linux, o LILO. Por norma a instalação deverá ser Simples e tudo correrá normalmente sem problemas.

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Após este passo o LILO irá perguntar se pretende configurar o LILO para usar o “FRAME BUFFER CONSOLE” (não consigo traduzir isto..).
Este passo é lhe perguntado quando o Slackware detecta que o Kernel disponível tem suporte para esta função. O Frame Buffer Console é uma opção que adiciona certas opções ao ficheiros de configuração do LILO permitindo assim uma amostra da janela do LILO mais original, em vez do somente texto, poderá ter o LILO mais arrumado e com um logótipo do pinguim do Linux incorporado. De notar que esta opção tornará o arranque ligeiramente mais lento, não aconselhado a máquinas muito antigas.

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Na janela seguinte poderá eventualmente adicionar parâmetros necessários ao LILO para que o seu sistema corra em pleno. Normalmente esta opção só é usada por utilizadores avançados ou por quem está a ter problemas com a instalação do LILO. Como não iremos precisar de adicionar nenhum parâmetro pode premir ENTER.

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Responda não à questão seguinte, tal como aconselhado pelo Setup do Slackware.

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Para acabar a instalação do LILO somente resta escolher onde instalar o LILO. Poderá escolher entre instalar partição Root da sua instalação Slackware. Numa disquete formatada, ou na MBR (Master Boot Record, em português Registo Mestre de Inicialização) que é o primeiro sector do primeiro disco rígido do sistema.
Seleccionaremos a opção MBR.

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No passo seguinte somente tem que apontar o seu tipo de rato, normalmente ps2 ou usb.

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O passo seguinte é para configurar o GPM, o GPM é um programa que lhe permite cortar e colar texto em consolas virtuais usando o rato.

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Configurar Rede no Slackware 13

Se por acaso desejar configurar a sua rede ainda durante a instalação pode fazê-lo, caso não o queira pode sempre configurá-la mais tarde. Vamos agora configurar a rede. (A configuração de redes é diferente de utilizador para utilizador)

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Defina o nome da máquina na rede através do Hostname.

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Defina agora o domínio em que o grupo se encaixa.

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Defina o modo como a sua máquina receberá o endereço ip. Estático, dinâmico ou por loopback.

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Defina o nome do Host para o DHCP (normalmente não é necessário).

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Confirme os dados da configuração de rede.

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Concluindo a Instalação do Slackware 13

Agora que concluída a configuração da rede seleccione os serviços que deseja que sejam inicializados no arranque da máquina.

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De seguida responda não (..minha opinião) à configuração de tipos de letra para a consola.

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Aquando da configuração do relógio hardware, é lhe questionado se o relógio se encontra coordenado com o Tempo Universal Coordenado. Em caso de qualquer dúvida responda NO.

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Defina agora o fuso horário.

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Agora defina o ambiente gráfico desejado para o Slackware 13. O KDE é o normalmente utilizado, apesar de o XFCE também ser bastante usado devido à sua boa performance em máquinas antigas. Em caso de duvidas neste passo sugiro que use o Google.

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Para terminar a instalação é lhe sugerido que defina uma password para o utilizador Root. Recomendo a utilização de uma password neste caso.

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E finalmente está terminada a instalação do Slackware 13 orientado para Desktop. Reincie a máquina e entrará num novo mundo..

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